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COMPAGNIA MISSIONARIA
DEL SACRO CUORE
una vita nel cuore del mondo al servizio del Regno...
Compagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia Missionaria
Compagnia Missionaria del Sacro Cuore
 La COMPAGNIA MISSIONARIA DEL SACRO CUORE è un istituto secolare, che ha la sede centrale a Bologna, ma è diffuso in varie regioni d’Italia, in Portogallo, in Mozambico, in Guinea Bissau, in Cile, in Argentina, in Indonesia.  All’istituto appartengono missionarie e familiares Le missionarie sono donne consacrate mediante i voti di povertà, castità, obbedienza, ma mantengono la loro condizione di membri laici del popolo di Dio. Vivono in gruppi di vita fraterna o nella famiglia di origine o da sole. I familiares sono donne e uomini, sposati e non, che condividono la spiritualità e la missione dell’istituto, senza l’obbligo dei voti.
News
  • 21 / 06 / 2019
    IX ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA COMPANHIA MISSIONÁRIA DO CORAÇÃO DE JESUS
    Realizar-se-á no CENÁCULO MARIANO em Borgonuovo di Pontecchio Marconi – Bologna – Italia ... Continua
  • 21 / 06 / 2019
    IX ASAMBLEA GENERAL ORDINARIA DE LA COMPAÑÍA MISIONERA DEL SAGRADO CORAZÓN
    a realizarse en el CENÁCULO MARIANO en Borgonuovo di Pontecchio Marconi – Bolonia - Italia DE... Continua
  • 21 / 06 / 2019
    IX ASSEMBLEA GENERALE ORDINARIA DELLA COMPAGNIA MISSIONARIA DEL SACRO CUORE
    si terrà al CENACOLO MARIANO a Borgonuovo di Pontecchio Marconi – Bologna - Italia DAL 19 AL ... Continua
la benedizione
 
Il Dio di Abramo ci chiami per un cammino di sogno e di promessa e ci provveda nei crocevia. Il Dio di Sara ci insegni l'amore per una vita senza orizzonti e una speranza per i giorni senza aurora. Il Dio di Giacobbe ci riveli il punto imprevedibile dell'incontro e i segni della lotta e della ricerca. Il Dio di Mosè ci parli faccia a faccia nello specchio della storia e nei segni dei tempi perché lo vediamo come se vedessimo l'invisibile. Il Dio di Giosuè ci spinga a confidare in tutti i nuovi inizi e ad assumere la decisione di guida. Il Dio di Samuele ci trovi disponibili ad ascoltare la sua voce e a non disattendere il grido del popolo. Il Dio di Noemi e di Rut ci conceda di "spigolare" in questo mondo e incontrare cammini nuovi e mai pensati. Il Dio di Elia ci accolga nella soavità della brezza e del silenzio per non confonderlo con uno spettacolo. Il Dio di Raab accetti il fiore della nostra accoglienza risparmi i nostri e la nostra casa e ci iscriva nella stirpe regale del suo Unto. Il Dio di David ci conceda il dono del pentimento e il coraggio del perdono e della lode. Il Dio di Maria di Nazaret ci conceda di vivere il quotidiano nel sì rinnovato nell'"ecce ancilla" L'Emmanule, il Dio con noi, ci conceda di rinnovare il nostro "ecce venio" per seminare i semi del Regno nel mondo. Amen!
o cordero mistico
 
Fabrice Hadjadj, trinta e oito anos, françês, filho de pais hebreus de origem tunisina e de convicções maoistas, gosta de se apresentar como um «hebreu de nome árabe e de confissão católica». Chegou ao catolicismo depois de uma juventude passada entre a admiração dos ideais revolucionários da Comuna de Paris e a imersão na leitura dos grandes nihilistas do século XX. Optou por se baptizar e tornar-se católico perto dos trinta anos e se se lhe pergunta a razão replica divertido: «Sou eu que me pergunto: porque não o fiz antes?». Fabrice Hadjadj ensina num liceu e no seminário diocesano de Toulon, mas é sobretudo um filósofo, uma espécie de Nitzsche católico, autor de uma dezena de livros de ensaios e dramas teatrais. É casado e pai de três filhas. O seu percurso fala-nos do modo maravilhoso como Deus nos conduz e testemunha de uma Europa que, apesar dos seus desvarios, tem ainda linfa suficiente para fazer brotar personalidades cristãs significativas [img2bcx] Cristo imolado Na tradição, Cristo é simbolizado por diferentes (a de bronze que Moisés levanta no deserto), ou ainda pelo verme da terra...O Verbo feito homem recapitula em si quer a fauna quer o cosmo inteiro. (Socorres homens e animais, diz um versículo do salmo trinta e seis, princípio ainda inconcebível de uma ecologia sobrenatural). Mas, entre todas as espécies deste zoo místico, o cordeiro é sempre o animal predilecto. Pela sua candura, pela sua graça, pela sua idade e a sua docilidade, ele representa melhor do qualquer dos outros a vítima inocente. A sua imagem encontra-se já nas catacumbas. É tão antiga como a Cruz. Sobre a madeira do suplício, os primeiros crucifixos suspendiam um cordeiro, não um homem...E, a porta dos sacrários, ainda hoje, é habitualmente ornada por um cordeiro atravessado por uma cruz semelhante a uma lança. Esta primazia simbólica do cordeiro vem das Escrituras santas e é confirmada pela liturgia da Igreja. No Génesis, é sem dúvida a primeira oferta agradável a Deus: Abel, por sua vez, ofereceu os primogénitos e a gordura do seu rebanho (Gn 4,4). No Êxodo, é o animal da Páscoa que os hebreus devem comer: o seu sangue aspergido sobre a verga da porta e os seus batentes protegerá da passagem do anjo exterminador. Em Isaías e Jeremias, é a metáfora do Messias sofredor: O Senhor fez cair sobre ele os crimes de todos nós. Foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; tal como o cordeiro, ele foi levado para o matadouro (Is 53, 6-7) – Como um cordeiro manso eu estava a ser levado para o matadouro (Jr 11, 19). Também o Baptista designa Jesus como o Cordeiro de Deus... (Jo 1,29 e 36). Este mesmo evangelho diz ainda no momento do golpe com a lança: Não lhe quebraram nenhum osso (Jo 19, 36), prescrição do Êxodo a propósito do cordeiro pascal (12, 46). É uma citação crucial, já que faz da Paixão o cumprimento da Páscoa judaica, e do Crucificado o verdadeiro Cordeiro. São Paulo pode dizer aos Coríntios: De facto, Cristo, nossa páscoa, foi imolado (1Cor 5,7). Por fim, no Apocalipse, a vítima sofredora transforma-se em vítima triunfante: O Cordeiro imolado é digno de receber o poder, a riqueza, a sabedoria, a força, a honra, a glória e o louvor (Ap 5,12). A ligação directa com o cordeiro comido durante a ceia pascal faz dele o símbolo por excelência da Eucaristia: fala ao mesmo tempo do sacrifício e da comunhão, mas fala também da tríplice dimensão de memorial, de viático e de anticipação da glória futura. Precisamente antes de a consumar, o sacerdote apresenta a hóstia usando as palavras de João Baptista: Eis o cordeiro de Deus, eis aquele que tira o pecado do mundo! E a reforma litúrgica acrescenta estas palavras sublimes: Beati qui ad coenam Agni vocati sunt,” Felizes os convidados para a ceia do Cordeiro”. Vejamos então o Cordeiro Místico de pé em cima da toalha branca do altar, a artéria perfurada e o sangue que brota e cai no cálice de ouro. O vermelho do sangue é reforçado pelo vermelho do altar. Ao redor, os anjos agitam o turíbulo, oito estão de joelhos com as mãos erguidas, quatro têm as Arma Christi. Da direia para a esquerda, o primeiro tem as varas de cana e a coluna da flagelação; o segundo o chicote e, no cimo de uma vara, a esponja embebida em vinagre; o terceiro a lança e os pregos; o quarto a coroa de espinhos e a Cruz no cimo da qual estava escrito a inscrição em hebraico, grego e latim: Jesus Nazareno, rei dos Judeus. São estas as jóias insuperáveis da técnica. São os instrumentos da Salvação. [img3bcx] A fonte da vida Centremos agora a nossa atenção nesta faixa escura que corta ao meio a parte inferior do Retábulo aberto. Ela conduz-nos ao final do Apocalipse. O seu último capítulo começa com as seguintes palavras: O Anjo mostrou-me o Rio da Água da Vida, brilhante como cristal; o rio brotava do trono de Deus e do Cordeiro (Ap 22, 1). Aqui o rio é uma fonte. Esta fonte irriga toda a Jerusalém celeste: é o princípio ecológico da sua flora transfigurada. Esta mesma mensagem está escrita no bordo de mármore da fonte: Eis a fonte da água viva que brota do trono de Deus e do Cordeiro. Este último nome é revelador: esta fonte sai de uma chaga. A nascente profunda está no coração de Cristo, Cordeiro imolado, aberto pelo golpe da lança do soldado. Também isto, João viu. Antes de lho mostrar na Cidade celeste, o anjo faz-lhe ver o rio de vida no Gólgota; ali João viu correr sangue e água (Jo 19, 33-35). A Igreja sai assim do lado de Cristo como Eva saíu do lado de Adão. O sangue e a água correspondem aos dois principais sacramentos que a geram. «Do lado de Cristo brota a água que lava e o sangue que resgata. Por isso o sangue liga-se ao sacramento da Eucaristia, e a água ao do Baptismo» (S. Tomás de Aquino). A pia da fonte é octogonal. São numerosos os Baptistérios que têm esta forma. O número oito remete para as bem-aventuranças (Mt 5, 3-10): Felizes os pobres...Felizes os que são perseguidos... Recorda-nos que o peso da glória inclina-se de preferência em direcção à Cruz. Mas recorda-nos também que o peso da Cruz desemboca na glória: é esta a cifra da Ressurreição. A Ressurreição de Cristo aconteceu num domingo, primeiro dia da semana. Ma este domingo pode ser compreendido como o dia depois do sétimo dia: este oitavo dia em que a semana sai dos carris, onde toda a Criação ultrapassará o muro do tempo para entrar no esplendor do Eterno. Podemos dizer que a perspectiva desta pia octogonal comanda toda a composição do painel. Se a fonte irriga o Paraíso, não é certamente através de canais traçados a régua e esquadro, mas de uma forma verdadeiramente pictórica. Esta alarga-se à forma octogonal dos anjos ao redor do altar e depois ainda aos quatro grupos de bem-aventurados. A sua beleza irradia-se por hometetia , como uma flor que se abre. Como a pomba irradia com grande esplendor na parte superior, a fonte irradia discretamente na parte inferior. Esta situa-se no eixo vertical da divindade [ver todo o Políptico]. Este eixo parte do céu para chegar à terra, da presença de Deus nele mesmo à presença de Deus nos sacramentos. Começa com o Senhor em majestade, continua com a pomba do Espírito, encontra a candura eucarística do Cordeiro, acaba nesta pia baptismal ao mesmo tempo límpida e sombria. Se a partir dela tudo parece abrir-se, tudo nela parece também reabsorver-se. Ela conduz a elementos bem materias. À água e à argila das origens. Origens do Génesis e origem da própria obra. A terra e a água fornecem os materiais da pintura. Mas estes constituem também os seus limites formais: o informe e a transparência. Chegamos assim à nascente simbólica e real, ao mesmo tempo, da arte e da vida. E o pintor convida-nos a beber desta nascente. Não vedes mesmo em baixo este regato sombrio que nos chama? O eixo da divindade acaba numa canalização. Ela quer derramar-se sobre o altar, fora do quadro. Quer também descer até ao espectador. A ponto de fazer deste espectador um actor e que este escute, para acabar, algumas das últimas palavras do Apocalipse:O Espírito e a Esposa dizem: “Vem!” Aquele que ouve isto diga também: “Vem!” Quem estiver com sede, venha! E quem quiser, receba gratuitamente a água da vida (Ap 22, 17).
pequeña oración de ofrecimiento
 
Dios mi te ofrezco......... en unión a Jesús, por medio de María, y en espíritu de amor, por la venida de tu Reino en el mundo. Amén.
consagración a maría
 
Oh , María , Madre de Dios y Madre nuestra, La Compañía Misionera del Sagrado Corazón se consagra hoy a ti ,para que tu reines en nuestra Familia Con tu protección maternal y con tu espíritu modelo de toda virtud. Dígnate de tomar plena posesión de esta Familia, que quiere ser un pequeño reino de tu Corazón y del Corazón de Jesús . Amén María, Madre, Guía y Custodia de la Compañía Misionera del Sagrado Corazón. Ruega por nosotros
consagradas seculares de raíz dehoniana
 
La contemplación de Cristo en el misterio de su Corazón Traspasado, signo de amor total por los hombres e instrumento de redención universal, fue para p. Leon Dehon, la fuente de la cual surgió la Obra por él fundada con la intención primaria de la devoción al Sagrado Corazón de Jesús y la Reparación. Esta espiritualidad cristocéntrica se difundió intensamente sobretodo en los años 50, gracias a p. Albino Elegante scj, por entonces director del movimiento dehoniano “Apostolado de la Reparación”. Acogiendo la solicitud de algunas adherentes, de consagrarse a Cristo permaneciendo en el mundo, p. Albino Elegante dio inicio a la Compañía Misionera del Sagrado Corazón en Navidad de 1957, en Bolonia. El 25 de marzo de 1958, el Card. Giacomo Lercaro, entonces Arzobispo de Bolonia, erige la Compañía Misionera del Sagrado Corazón como Pía Unión, aprobando el Estatuto ad experimentum. Luego de una larga experiencia de vida , la Pía Unión fue erigida como Instituto Secular de derecho diocesano el 8 de septiembre de1983, por Mons. Enrico Manfredini, entonces Arzobispo de Bolonia. Fue elevada al grado de derecho pontificio el 10 de junio de1994. En el transcurso de los años el Instituto se desarrolló y difundió en varias diócesis italianas y también en Portugal, Mozambique, Chile, Argentina, Guinea Bissau, Indonesia. La sede central del Instituto está en Bolonia, en via A. Guidotti 53 . Las Misioneras son mujeres consagradas, a través de los votos de castidad, pobreza y obediencia , a fin de lograr una semejanza más completa a la oblación de Cristo, a su total disponibilidad por amor al Padre y a los hombres, para convertirse así en camino hacia Dios para los hermanos. Como miembros de un instituto secular, en la consagración mantienen la condición de miembros laicos del pueblo de Dios, viviendo en grupos de vida fraterna , en la familia de origen o solas. “ Lo especial de esta vocación está en el anhelo de vivir la afirmación simultánea de dos características: - la plena consagración de la vida según los consejos evangélicos de castidad, pobreza y obediencia, - la plena responsabilidad de una presencia y acción transformadora desde dentro del mundo para plasmarlo, perfeccionarlo, santificarlo ” (Pablo VI)
los familiares
 
La Compañía Misionera del Sagrado Corazón recién había dado los primeros pasos en en su camino, cuando el Espíritu de Dios le sugiere abrir las puertas para acoger a quienes deseen compartir la espiritualidad, y que no pueden consagrarse en el sentido tradicional entendido por la Iglesia. Junto a las Misioneras nacen los Familiares ( en 1966). El nombre significa que son parte de la misma Familia : la Compañía Misionera del Sagrado Corazón. Ellos sienten que , si bien la voluntad de Dios los ha puesto en caminos distintos en la vida, pueden, como las Misioneras, hacer del Corazón de Jesús el centro de su fe, para vivir sus sentimientos de amor y convertirse en colaboradores y testimonios de su Reino. "¿ Quién puede ser Familiar de la Compañía Misionera ?" - se preguntaba p. Albino Elegante mirando el nuevo brote que empezaba a florecer – y respondía: "Cualquiera que quiera unirse en la comunión de aspiraciones, de la espiritualidad, del trabajo...con la Compañía Misionera . Por lo tanto, no hay problemas de edad, de condiciones de vida, de trabajo. En la casa, en el puesto de trabajo, casados o solteros, hombres o mujeres. . . . todos pueden ser Familiares de la Compañía Misionera . Se trata, en definitiva, de algo muy sencillo : darnos la mano para caminar juntos,para ayudarnos a salir y conquistar el mundo para el Corazón de Jesús” [img2bcx] En las filas de la Familia Dehoniana En los días del 3 al 9 de septiembre de 1990 los representantes de los grupos que viven la espiritualidad de los Sacerdotes del S.Corazón, se reunieron en Roma, para celebrar el Primer Congreso Internacional de "Laicos Dehonianos. En la ocasión estaban presentes Sacerdotes del S.Corazón, Compañía Misionera , Grupos , Movimientos de laicos que se inspiran en su estructura, en su estilo de vida y de acción, en el pensamiento de P. Dehon, en esa forma específica en las que él sirvió su ideal de fe. Los participantes quisieron reagruparse bajo una denominación común:"La Familia Dehoniana", donde, en plena autonomía organizativa y de acción, se proponen ayudarse recíprocamente para mantener viva y hacer cada vez más eficáz en santidad y en salvación el don de su vocación. Cuentan los biógrafos que en su lecho de muerte, extendiendo la mano hacia una imagen del S. Corazón , con voz clara P. Dehon dijo: " Por El viví y por El muero". Estas fueron sus últimas palabras, el testamento espiritual que él nos da, para que también nosotros vivamos, en el amor y en el ofrecimiento , la misma actitud de fe y de gracia.
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Via A. Guidotti 53, 40134 - Bologna - Italia - Telefono: +39 051 64 46 472

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