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COMPAGNIA MISSIONARIA
DEL SACRO CUORE
una vita nel cuore del mondo al servizio del Regno...
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Compagnia Missionaria del Sacro Cuore
 La COMPAGNIA MISSIONARIA DEL SACRO CUORE è un istituto secolare, che ha la sede centrale a Bologna, ma è diffuso in varie regioni d’Italia, in Portogallo, in Mozambico, in Guinea Bissau, in Cile, in Argentina, in Indonesia.  All’istituto appartengono missionarie e familiares Le missionarie sono donne consacrate mediante i voti di povertà, castità, obbedienza, ma mantengono la loro condizione di membri laici del popolo di Dio. Vivono in gruppi di vita fraterna o nella famiglia di origine o da sole. I familiares sono donne e uomini, sposati e non, che condividono la spiritualità e la missione dell’istituto, senza l’obbligo dei voti.
News
  • 21 / 06 / 2019
    IX ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA COMPANHIA MISSIONÁRIA DO CORAÇÃO DE JESUS
    Realizar-se-á no CENÁCULO MARIANO em Borgonuovo di Pontecchio Marconi – Bologna – Italia ... Continua
  • 21 / 06 / 2019
    IX ASAMBLEA GENERAL ORDINARIA DE LA COMPAÑÍA MISIONERA DEL SAGRADO CORAZÓN
    a realizarse en el CENÁCULO MARIANO en Borgonuovo di Pontecchio Marconi – Bolonia - Italia DE... Continua
  • 21 / 06 / 2019
    IX ASSEMBLEA GENERALE ORDINARIA DELLA COMPAGNIA MISSIONARIA DEL SACRO CUORE
    si terrà al CENACOLO MARIANO a Borgonuovo di Pontecchio Marconi – Bologna - Italia DAL 19 AL ... Continua
visíta da presidente
 
O mês de Janeiro de 2010 foi cheio de acontecimentos significativos para os nossos grupos CM de Moçambique que, normalmente, se reunem neste período. Anna Maria visitou-nos e esteve connosco de 8 de Janeiro a 9 de Fevereiro. Estivemos juntas na Namaacha, de 8 a 17 para encontros vários, o Curso de Formação e alguns dias de oração. No dia 19 partida para Nampula até ao dia 29 de Janeiro e os últimos dias com o grupo CM do Maputo. Pedimos a algumas para escrever e comunicar o que vivemos neste período. Da minha parte desejo abrir o coração para contar o que vi, escutei e reflecti a respeito dos acontecimentos que nos tocou viver. Mas o meu discurso alarga-se e compreende um tempo mais amplo para colher tudo o que a Providência nos está a oferecer nestes últimos anos. Um pouco de história A nossa presença CM em Moçambique completou já 40 anos em 2008 e, desde esse ano, iniciou-se um novo movimento vocacional que nos surprendeu pela sua vivacidade e intensidade. O encontro de Julho de 2008, no Gurué, com a presença de todas as missionárias CM nos lugares dos inícios moçambicanos – Milevane, Namarrói e Gurué – foi uma espécie de reencontro que permitiu o renascer de algo inesperado. Naqueles dias conhecemos duas jovens: Dalaina e Natália que, em Dezembro de 2008 vieram habitar connosco em Nampula e com elas outras jovens estão a viver esta nova Primavera CM em terra moçambicana. Em 2009, várias jovens se aproximaram de nós para nos conhecer e outras encontrámo-las indo ao Gurué – Invinha – onde alguns sacerdotes diocesanos, com um bom entusiasmo pela Companhia Missionária, nos fizeram conhecer algumas jovens interessadas no nosso tipo de vida. No mês de Dezembro de 2009, outras duas jovens – Rosa e Ana Rita - , depois de um período de discernimento, vieram viver connosco em Nampula. Este movimento surpreende-nos e estimula-nos a um contínuo discernimento e disponibilidade. Cada uma de nós, da parte sua, sente-se empenhada com iniciativas diversas a favorecer esta Primavera, mas sobretudo acreditamos no Bom Deus que nos mostrou a Sua Misericórdia e a Sua Benevolência. A presença de Anna Maria Foi neste contexto que tivemos a visita de Anna Maria que viveu connosco um período de tempo partilhando esta nossa história. Recordo que Anna Maria viveu em Moçambique de 1993 a 2002 e isto ajuda-a a acompanhar com maior sensibilidade e preparação este nosso caminho. De 8 de Janeiro até 9 de Fevereiro de 2010 viveu connosco, num primeiro tempo, no Maputo e depois em Nampula e, por fim, de novo no Maputo. A sua presença e as suas palavras estimularam-nos e confirmaram-nos no caminho iniciado. Os encontros e o Curso de Formação Permanente sobre o nosso Estatuto e Regulamento de Vida, bem como sobre a carta Programática deste sexénio, ajudaram-nos a colher melhor alguns aspectos da nossa vocação secular e do nosso carisma. Em vários momentos sentimos fortemente a presença do espírito que é sempre doador de Vida. Também o Curso-Retiro em Nampula, orientado pela Anna Maria e preparado de modo particular pela Mariolina com todo o grupo de Nampula, foi importante para fazer compreender às jovens o que significa pertencer a um Instituto Secular e conhecer melhor a história da Companhia Missionária. Em Nampula, de 20 a 24 de Janeiro algumas jovens participaram neste encontro: Dalaina, Natália e Laina que, com a entrada no período de Orientação, iniciaram oficialmente a formação CM; Ana Rita e Dolvina que, esperamos possam continuar a preparar-se para iniciarem, também elas, no próximo ano a formação na CM. P. Ricardo Regonesi SCJ acompanhou-nos e colaborou connosco, em plena sintonia, juntamente com P. Elia Ciscato e P. Augusto, também estes SCJ. Em seguida, Anna Maria regressou ao Maputo e de 29 de Janeiro até 9 de Fevereiro pôde partilhar com o grupo do Maputo vários momentos e “matar saudades” dos muitos amigos e amigas que tem em Moçambique. Na tarde do último domingo foi bonito encontrarmo-nos com os Amigos da CM da cidade do Maputo e viver um tempo de reflexão guiado pela Anna Maria e partilhado por todas nós.
ecos da consagração da julieta
 
Depois de sensivelmente oito anos de preparação, chegou finalmente, o momento de partida a Namaacha para o retiro anual, que culminaria com a minha primeira consagração. A viagem para o Santuário da Nossa Senhora, estava marcada para as 16 horas da sexta feira. As paisagens que apreciamos durante o percurso são muito lindas. Nesta época, as montanhas estão cobertas de um verde escuro bonito, a condizer com o céu amarelado do pôr do sol, fazendo do percurso, uma paisagem digna de caminho para o Santuário. Já era mais ou menos 18 horas quando chegamos. As irmãs do Precioso Sangue estavam à nossa espera e nos receberam com muita simpatia. Depois de arrumarmos as nossas bagagens e de nos recompormos da viagem, concentramo-nos no objectivo da nossa peregrinação. No dia seguinte foi apresentada e aprovada a proposta do programa. O dia a dia vivido com o grupo foi muito rico e teve duas grandes dinâmicas: a formação, orientada pela Anna Maria, onde aprendemos, a partir de uma simples história, a penetrarmos dentro de nós e descobrirmos as nossas insuficiências. O Padre Muluta também deu o seu grande contributo ao falar-nos da consagração. A outra grande dinâmica foi a convivência com as Irmãs do Precioso Sangue, principalmente nos momentos de oração. Muitas vezes não nos apercebemos do valor da nossa vocação, mas quando olhamos para os outros, a maneira de ser, de falar, de cantar, sentimos com grande admiração o quanto é tão bonito estar enamorado de Cristo. O ambiente já estava criado, e o prenúncio de uma festa bonita estava à vista. Convidamos as Irmãs para a cerimónia e aí foi o cúmulo. Não sei se a cerimónia tivesse sido feito numa paróquia, onde os participantes dão vivacidade a este tipo de enventos, através de cânticos e danças litúrgicas, teria sido tão bonito, tão solene, tão emocionante. É difícil descrever os momentos que viví. Preparamos os cânticos com as Irmãs (maioritariamente aspirantes) e elas simpáticas e com vozes bem afinadas, ofereceram-se para reger os cânticos e outro grupinho se organizou para a dança litúrgica. Não chegávamos a 30 pessoas mas a capelinha vibrou. Além das Irmãs do Precioso Sangue, tivemos como única convidada a Júlia, filha da tia Alice, que muito gentilmente nos trouxe as flores para enfeitar a capela, a vela, o bolo e o seu grande carinho que nutre por todas nós. Ela representou toda a minha família, os meus filhos, os meus irmãos e os meus amigos. Mil Graças, por esta filha maravilhosa. A cerimónia de consagração não sei descrever. A emoção era tal que no fim da cerimónia e depois da confraternização, a minha vontade era de recomeçar de novo, para viver cada momento, mais serena. No Domingo fomos ao Santuário para agradecer a esta Grande Mãe que sempre nos guia e nos protege. Depois do almoço, regressamos a Maputo. Muito agradeço a toda Família Dehoniana (os padres e as leigas consagradas, de todo o horizonte) pelo amparo nesta longa caminhada, pelos ensinamentos, pela paciência demonstrada e por me ter aceite como membro. Agradeço do fundo do coração a todos que me deram o seu carinho, que rezaram por mim, tanto os que conheço assim como aqueles que não os conheço. Que Deus lhes abençoe.
jovens em crescimento
 
Testemunhos de três jovens que tem iniciado o percurso de orientamento na Companhia Missionária do Sagrado Coração de Jesus e de algumas em caminho vocacional Resposta ao chamamento de Deus Os encontros com Ana Maria foram bons, pois, aprendemos muita coisa na parte espiritual assim como na parte social e cultural. Falou-nos sobre a História da Igreja, o nascimento da Companhia Missionária, o Ecce Venio e Ecce Ancilla, aprendemos como fazer uma leitura bíblica e procurar encontrar o seu sentido em nossas vidas. A nossa entrada no período de Orientação (Dalaina, Laina e Natália) é um passo em resposta ao chamamento de Deus; deu-se num dia muito lindo (24 de Janeiro de 2010) no Mosteiro dos Monges na Rex, onde vivem dois irmãos que foram muito acolhedores para connosco, pela sua simplicidade, amor e alegria. Foi um dia muito importante no qual recebemos a bênção de Deus e dos dons que o Senhor nos oferece. A presença da Rosa, Ana Rita e Dolvina, foi positiva, pois cada uma delas demonstrou a sua simplicidade e o seu amor na presença de todos. As missas celebradas com Dom Hélio e padre Ricardo foram muito interessantes, quanto à maneira de pregação; suscitaram em mim o sentido de ser fermento e sal da terra. Também o que me marcou nestes dias foi a disponibilidade e a simplicidade que o Senhor nos chama a viver no mundo onde nos encontramos e o sentido da história da Igreja ontem e hoje. Os sonhos que desencadeiam em mim são a disponibilidade em dar resposta ao chamamento de Deus em todos os dias da minha vida. Gostaria de viver o ano, tendo em conta que somos uma família, onde vivemos juntas no amor fraterno, na escuta da palavra de Deus, na partilha e no respeito mútuo, sentir que faço parte da família CM amando Deus e os irmãos. Todos nós, grupos da C.M. podemos realizar isso seguindo algumas virtudes que são: gratuidade; profissionalidade; sobriedade; disponibilidade; solidariedade; comunhão; oblação e simplicidade. Todos os dons que recebemos devemos viver no amor humano, com boa educação e sermos fiéis ao projecto que Deus traçou para cada uma de nós. Dalaina [img2bsx]Ir ao encontro das pessoas Para mim, vivemos bons acontecimentos em Nampula, ao longo dos dias de retiro; o que mais me tocou no coração é o Ecce venio e o Ecce Ancilla que significa eis-me aqui, Senhor faça se em mim segundo a tua vontade. C.M. é um instituto secular de vida consagrada ao serviço dos irmãos. O ser leigas significa ir ao encontro das pessoas e ensinar-lhes a palavra de Deus. Quanto à cerimónia da Orientação gostei muito, senti que Deus enviou-nos a graça do seu Espírito Santo, deu força e alegria. Fiquei muito contente com a presença da Rosa e Ana Rita porque elas nos transmitem muita alegria em saber que o reino de Deus é grande, elas trabalham muito e com muita alegria e de boa vontade. As missas celebradas por Dom Hélio e padre Ricardo foram muito bonitas e agradáveis a toda gente. O que me marcou nestes dias de retiro foi a intenção dos encontros e também a disponibilidade e simplicidade. Os sonhos que desencadeou em mim foram a fidelidade, o amor e a sinceridade. Penso em viver o ano tendo em conta o que vivemos juntas em colaboração e responsabilidade. Sentir-me parte da família da C.M. que incluía contemplação do Sagrado Coração de Jesus, no amor e alegria de viver os dons recebidos em todos os dias da nossa vida. Láina [img3bsx]Abertura à vontade de Deus Os encontros que tivemos com Ana Mari a foram agradáveis, esperando que me ajudem a viver no amor, paciência, respeito e abertura à vontade de Deus. A nossa entrada no período de Orientação, para mim foi uma opção pessoal, abrir o coração ao chamamento de Cristo mais de perto. A presença da Rosa, Ana Rita e Dolvina, nos deu mais esperança de que são as sementes lançadas à terra com esperança de germinar e dar fruto abundante. As missas celebradas por Dom Hélio e padre Ricardo, foram para mim motivo de reflectir sobre a minha caminhada. Nestes dias o que mais me marcou é a disponibilidade de Jesus e Maria ao dar o Ecce venio e o Ecce ancilla. Os sonhos que desencadeiam em mim são: Sinceridade, fidelidade e o amor a Cristo e aos irmãos. Penso em viver este ano na responsabilidade e colaboração com todos os membros da nossa comunidade. Gostaria de sentir-me parte da família C.M. na comunhão fraterna e no amor ao serviço dos irmãos, com sorriso e simplicidade, tendo em conta que os dons que recebemos nos dão força e luz em todos os dias da nossa vida. Natália Deixar-se guiar pelo Espírito Santo O que suscitou sentimentos em meu coração é a modalidade de vida da Companhia Missionária, a reparação ao Sagrado Coração de Jesus, o compromisso activo de pertença à vida consagrada; na caridade, no espírito, no pensamento, assim como nas obras, deixar-se guiar pelo Espírito Santo, dizendo, faça-se em mim segundo a vossa vontade. O que mais me marcou nos dias em que realizamos o retiro para a entrada no período de Orientação das manas, Daláina, Láina e Natália é o facto de ter aprendido como viver a vida consagrada, entregar-se nas mãos de Deus sem pensar em outras coisas, isto é, não servir a dois caminhos mais a um único Deus, crescer na graça de Deus e sentir que faço parte da família C.M. Viver o sentido da consagração a qual pretendo realizar, confiando nas graças e nos dons recebidos, para poder alcançar os meus sonhos. Rosa O que será de mim no futuro O encontro com Ana Maria me fez conhecer o que eu quero e procuro, o que pretendo e o que será de mim no futuro. O que me marcou mais nestes dias foi quando falamos que como a folha não pode ter vida se desligada da planta, também a nossa vida tem de ser continuamente ligada a Jesus imitando também as suas atitudes. O sonho que desencadeou em mim é que, se o Espírito me ajudar eu continuarei a ser honesta, para o ano serei eu a entrar no período de Orientação e poderei ser fermento em todas as realidades terrenas. O lugar onde vivemos tudo isto, o mosteiro masculino foi muito bonito. Nos levantávamos ao canto do galo e gostaria que os nossos encontros fossem sempre lá. Penso viver o ano com honestidade e coerência com a Ana Maria falou, isto é manifestando o amor e na união e na obediência vamos sentir que somos família da CM; e tendo em conta os dons que recebemos havemos de viver uma vida organizada e ter a vida espiritual bem dividida em tempos e momentos. Ana Rita
a linli sinhor = eis-me aqui, senhor
 
No dia 26 de Dezembro, Ivone e Antonieta foram admitidas à incorporação perpétua na CM. Este acontecimento, como diz o Regulamento de Vida, «assinala uma etapa importante, quer para a missionária quer para o Instituto, na medida em que se cria um vínculo permanente e de recíproca responsabilidade para ambas as partes» (n.40). Ambas nos comunicam como viveram este acontecimento pessoal, eclesial e de Companhia Missionária. É com grande alegria que estou a comunicar aquilo que nós sentimos e vivemos no dia da nossa incorporação perpétua. Como diz o São Paulo aos Romanos no capítulo 5,5 «Ora a esperança não engana, porque o amor de Deus foi derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado». Com isso eu queria exprimir os nossos sentimentos de alegria e de reconhecimento pelo amor de Deus por cada uma de nós. Neste dia sentimos como se fosse na primeira emissão dos votos. Foi um dia bonito sobretudo para nós; a celebração foi feita na nossa Paróquia de São João Baptista de Brá; estavam presentes pessoas amigas, afilhados e os nossos familiares. A missa foi celebrada pelo nosso querido Bispo Dom José juntamente com alguns padres que com ele concelebraram ( entre os quais o nosso querido Padre Dionisio Ferrarri). Nesta celebração o nosso Bispo falou claramente dos Institutos Seculares. Depois da missa estava um grupo cultural de danças tradicionais ( mandjuandade) que dançaram até tarde; foi um dia de festa para nós mas também para toda a comunidade de São Paulo. Quero agradecer a toda a Companhia Missionaria por ter aceitado o nosso pedido permitindo que a existência de leigas consagradas se tornasse uma realidade na nossa terra da Guiné-Bissau. Como disse o nosso Bispo Dom José, esta foi uma data histórica; sentimos a responsabilidade de apresentar esta realidade nova que as pessoas (e mesmo os Sacerdotes) ainda não compreendem muito bem na sua identidade e especificidade. Mas na celebração, sobretudo durante a homilia do Bispo, foi apresentada claramente o que significa o Instituto Secular (Leiga Consagrada). Cada uma de nós é um dom para a Igreja da Guiné e um dom para a Companhia Missionária. Queremos agradecer a Deus por tudo aquilo que Ele tem feito por cada uma de nós, e que continua a fazer. Queremos também agradecer à Lúcia por tudo aquilo que ela tem feito por nós no que se refere à nossa formação, e agradecer também à Cecília por ter aceitado vir viver connosco, à Teresa que nos ajudou e continua a ajudar bastante. Que o Senhor vos dê as graças que vocês precisam para viver. Queremos agradecer aos nossos pais por nos terem deixado fazer a nossa escolha livremente. E agradecer ainda a todas as Missionárias por nos têm acompanhado com as suas orações. Em comunhão Ivone Gomes [img2bdx] Eis que o momento chegou de dar tudo a Deus ao serviço da sua Santa Igreja. 26 de Dezembro de 2009, a data da minha incorporação perpétua e da Ivone. A missa foi realizada na Paróquia de São João Baptista de Brá às dez da manhã. Foi o Dom José que presidiu à Eucaristia; estava presente o padre Dionísio e muitos outros sacerdotes, irmãs, amigos, parentes e afilhados. Estes últimos organizaram tudo muito bem e fizeram um almoço àparte para eles. No final da Eucaristia houve um convívio de confraternização (almoço) muito animado para todos. Antes da nossa Incorporação tivemos encontro de formação e de preparação com a nossa formadora, a Lúcia. Foram momentos muito importantes e marcantes para nós. Foi um dia muito significante e importante na minha vida. Senti o calor humano e percebi que Deus está presente na minha vida de uma maneira tão especial que me deu a força, a coragem e a alegria de Lhe manifestar o meu sim para sempre na CM. Encontrei a paz dentro de mim mesma. Encontrei o meu lugar. Quando a Lúcia chegou, na segunda quinzena de Dezembro, tínhamos muito trabalho na escola, notas e fichas para acabar e entregar, mas tudo isso não me perturbou. Eu estava contente e serena. Com a ajuda da Lúcia preparei o meu coração para receber Jesus porque é a prenda maior que Ele quer receber. È o local onde aconteceu a verdadeira festa do Natal e da minha Incorporação Perpétua. A alegria era imensa e nem sabia como exprimi-la. Então repetia durante o dia várias vezes as palavras “ Incorporação Perpétua, Incorporação Perpétua...” A Lúcia contribuiu muito para a minha formação e para o meu crescimento humano e espiritual. Querida, Lúcia A mi na gardiciu pa tudo ki ku bu fasi pa mi. N contenti maneira ku bu kumpanham na formaçom té na dia di nha Incorporação Perpétua. Alegria garandi suma és ka tem! Muito obrigado. Um obrigado a todas as pessoas que ao longo da minha vida e da minha formação me ajudaram a crescer na minha dimensão humana e espiritual. Um abraço garandi suma polom Antonieta N’Dequi
le campane della mia terra
 
Sono stata educata fin da piccola all’ascolto delle campane, quelle del mio paese. Esse chiamavano, ricordavano, convocavano e invitavano a lasciare tutto per recarsi in chiesa, la casa di Dio. Non era un imperativo, ma come amiche che richiamano all’essenziale: dare il primato a Dio, festeggiare la vita, riconoscere che “non solo di pane vive l’uomo, ma di ogni parola che esce dalla bocca di Dio”. Ho imparato ad ascoltare il suono delle campane e a rispondere affermativamente al loro appello, con i genitori, i vicini e con la gente semplice e credente del mio paese. Si usa dire che “è quando la pianticella è piccola che la si può raddrizzare”, ma io dico che è da piccoli che si impara a considerarsi creature davanti al Creatore e, come afferma D. Antonio Ferreira Gomes: “a rimanere in piedi davanti agli uomini e in ginocchio davanti a Dio”. Era, è e sarà per inginocchiarsi davanti a Dio e per alimentare la comunione fraterna a cui le campane ci chiamano e ci sfidano. Tante volte ho ripensato, con una gratitudine immensa come l’oceano, alle persone con cui ho imparato ad ascoltare il suono delle campane e andare all’incontro con Colui che mi chiama e ama e con tutti coloro che, in seguito allo stesso suono, hanno lasciato tutto per recarsi in chiesa. Rivedendo il film della mia vita e ricordando i volti di coloro che mi hanno trasmesso la fede – alcuni di loro, comprese le figure più unite a me da stretti vincoli, già sono ritornate alla casa del Padre – mi invadono sentimenti di affetto, di riconoscenza… e sento la responsabilità di continuare a comunicare, con fedeltà, alle nuove generazioni l’eredità ricevuta. I genitori del mondo attuale si sforzano di dare tutto ai figli e certamente in questo senso fanno tutto il possibile. Temo, però, che i veri valori rimangano offuscati, sottovalutati, ignorati e, di conseguenza, venga interrotta quella trasmissione di valori che noi abbiamo ricevuto. C’è bisogno di recuperare la nostra scala di valori e di discernere, alla luce di Dio, quali sono quelli che umanizzano la vita, accrescono la dignità della persona, aiutano a trovare il senso della vita, a costruire un progetto di felicità in sintonia con l’opzione fondamentale, a vivere nella fedeltà a noi stessi, a Dio e agli altri. Mi dà gioia guardare indietro e vedere che, pure in altre parti dove non si sentiva il suono delle campane, ho continuato a fare l’esperienza che ogni uomo è mio fratello, che la mensa della condivisione del pane, della fede, della Parola e dell’Eucaristia è sempre preparata e c’è sempre un posto per tutti. Riconosco e ringrazio per la dedizione di tante persone – alcune di queste non so che volto abbiano – nel curare la chiesa con tutto ciò che comporta: pulizie, fiori, tovaglie…liturgia, canti perché hanno contribuito a rendere bello il luogo di culto e a creare uno spazio accogliente e festoso. La vita non è mai sufficiente per lodare e benedire Dio e i suoi mediatori per gli innumerevoli beni ricevuti. Beato chi ascolta la chiamata di Dio e mette i suoi talenti a servizio della comunità. Mi chiedo spesso che cosa ne sarebbe della mia vita se non avessi imparato a sentire il suono delle campane, a lasciare tutto e dare tempo al Signore del tempo… Certamente la vita sarebbe molto diversa!
o sino da minha terra
 
Fui educada a ouvir o sino, o sino da minha terra. Ele chamava, lembrava, convocava e convidava a deixar tudo e a ir à igreja, à casa de Deus. Surgia não como um imperativo, mas como um amigo que chama para o essencial: dar a primazia a Deus, ir à festa da vida, reconhecer que “nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.” Aprendi a ouvir o sino, e a responder afirmativamente ao seu apelo, com os pais, vizinhos e com a gente crente e simples da minha terra. Costuma-se dizer que “é de pequenino que se torce o pepino” e eu acrescento que é de pequenino que se aprende a reconhecer-se criatura diante do Criador e, no dizer de D. António Ferreira Gomes, a “ficar de pé diante dos homens e de joelhos diante de Deus”. Era, é e será para ajoelhar diante de Deus e para alimentar a comunhão fraterna que o sino chama e desafia. Tenho andado para aqui a pensar, com uma gratidão maior que o oceano, nas pessoas com quem aprendi a escutar o sino e a ir encontrar-me com Aquele que me chama e Ama e com todos aqueles que, ao mesmo toque, deixaram tudo e foram. Ao repassar o filme da vida, ao recordar o rosto daqueles que me transmitiram a fé - alguns deles, incluindo as figuras mais vinculativas, já partiram para a casa do Pai -, invadem-me sentimentos de carinho, reconhecimento e a responsabilidade de continuar a comunicar, com fidelidade, às novas gerações a herança recebida. Os pais do mundo hodierno esforçam-se por dar tudo aos filhos, e certamente que fazem o melhor que podem e sabem. Receio, porém, que os verdadeiros valores fiquem ofuscados, desvirtuados e preteridos, e que por isso a herança que recebemos seja interrompida. Precisamos de reequacionar a nossa escala de valores e de discernir, à luz de Deus, quais são os que humanizam a vida, dignificam a pessoa, ajudam a encontrar o autêntico sentido da existência, a construir um projecto de felicidade na senda da opção fundamental, a viver em fidelidade a nós próprios, a Deus e aos outros. Alegra-me olhar para trás e ver que, noutras paragens onde não havia toque de sino, eu continuei a ir e a fazer experiência de que todo o homem é meu irmão, de que a mesa da partilha do pão, da fé, da Palavra e da Eucaristia está sempre posta, há sempre lugar para todos. Reconheço e agradeço a dedicação de tantas pessoas – algumas das quais nunca vi o rosto - que, através da limpeza, dos arranjos florais, da preparação das toalhas, das alfaias litúrgicas, dos cânticos… contribuíram para animar as celebrações e embelezar o local de culto, tornando-o um espaço acolhedor e festivo. A vida é pequena para louvar e bendizer a Deus e aos seus mediadores pelos inumeráveis bens recebidos. Bem-haja quem escuta o chamamento de Deus e põe os seus talentos ao serviço da comunidade. Interrogo-me sobre o que seria da minha vida se não tivesse aprendido a ouvir o sino, a deixar tudo e a dar o tempo ao Senhor do tempo… Certamente que a minha vida seria bem diferente!
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Via A. Guidotti 53, 40134 - Bologna - Italia - Telefono: +39 051 64 46 472

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