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COMPAGNIA MISSIONARIA
DEL SACRO CUORE
una vita nel cuore del mondo al servizio del Regno...
Compagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia Missionaria
Compagnia Missionaria del Sacro Cuore
 La COMPAGNIA MISSIONARIA DEL SACRO CUORE è un istituto secolare, che ha la sede centrale a Bologna, ma è diffuso in varie regioni d’Italia, in Portogallo, in Mozambico, in Guinea Bissau, in Cile, in Argentina, in Indonesia.  All’istituto appartengono missionarie e familiares Le missionarie sono donne consacrate mediante i voti di povertà, castità, obbedienza, ma mantengono la loro condizione di membri laici del popolo di Dio. Vivono in gruppi di vita fraterna o nella famiglia di origine o da sole. I familiares sono donne e uomini, sposati e non, che condividono la spiritualità e la missione dell’istituto, senza l’obbligo dei voti.
News
  • 21 / 06 / 2019
    IX ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA COMPANHIA MISSIONÁRIA DO CORAÇÃO DE JESUS
    Realizar-se-á no CENÁCULO MARIANO em Borgonuovo di Pontecchio Marconi – Bologna – Italia ... Continua
  • 21 / 06 / 2019
    IX ASAMBLEA GENERAL ORDINARIA DE LA COMPAÑÍA MISIONERA DEL SAGRADO CORAZÓN
    a realizarse en el CENÁCULO MARIANO en Borgonuovo di Pontecchio Marconi – Bolonia - Italia DE... Continua
  • 21 / 06 / 2019
    IX ASSEMBLEA GENERALE ORDINARIA DELLA COMPAGNIA MISSIONARIA DEL SACRO CUORE
    si terrà al CENACOLO MARIANO a Borgonuovo di Pontecchio Marconi – Bologna - Italia DAL 19 AL ... Continua
vocação difícil
 
Sábado e domingo, 14-15 de Maio, na paróquia de Santo António de Pádua, em Jacarta, realizaram-se dois dias dedicados à animação vocacional. O programa foi preparado por uma comissão composta por vários representantes entre os quais estava Ibu Surtina, nossa grande amiga, e Mudji. Foram convidados alguns Institutos masculinos e femininos e a Companhia Missionária. Cada um trabalhou para montar uma exposição, onde se podia apresentar um pouco o itinerário da história do seu Instituto, através de fotografias e diversos escritos. Estávamos presentes mais de uma dezena de Institutos...alguns tinham exposto também livros de leitura espiritual... A participação foi numerosa. Muitas pessoas vieram à missa do sábado e do domingo e depois visitaram a exposição. As pessoas podiam girar livremente parando a observar tudo o que estava exposto e escutar as nossas explicações. Alguns Institutos estavam bem organizados para se apresentarem através de filmes e fotografias no computador. Também nós tínhamos os nossos painéis onde, através de fotografias e escrita, apresentávamos a Companhia Missionárias no mundo, em particular na Indonésia. No sábada à tarde choveu muito, mas isto não influenciou negativamente o espírito que animava os participantes: sacerdotes, seminaristas, irmãs e nós. No programa houve espaço também para dar o nosso testemunho nas missas. Nós da CM falámos no domingo, em duas missas. Na primeira falou Ludovica na missa das 7,15 e depois Lucy na missa das 9. Ludovica partilhou a história da sua vocação, como conheceu e escolheu a CM. Apresentou também a CM nas três modalidades de vida, etc. Foi muito simples e concreta. Depois na missa seguinte também Lucy deu o seu testemunho continuando segundo a linha de Ludo, sublinhando a diversidade que existe entre Institutos religiosos e Institutos seculares. Estes foram os testemunhos de Ludovica e Lucy, mas a esta iniciativa estiveram presentes também Mudji e Anet que ajudaram a nimar os outros momentos. O pároco, P. Paolo Sarmono SCJ, na sua homilia sublinhou a importância do chamamento baptismal que é dirigido a cada uma das pessoas. Cada um depois responde segundo as suas capacidades, os seus talentos. Disse: “o chamamento é pessoal e cada um escolhe livremente: há quem responde para ser sacerdote, irmã, frade, quem escolhe uma consagração laical, quem pensa em se casar, quem vive só. São várias opções de vida, todas válidas! Todos fazemos parte do povo de Deus. Todos são um reflexo do povo de Deus. A Igreja católica aprecia estas opções de vida. Noutras palavras, é a mesma fé em Cristo que dá a possibilidade e a força de responder ao chamamento. Nós, como todas as pessoas que têm fé, estamos convencidos que a vocação à vida está ligada à realidade do sacramento do Baptismo que nós recebemos. Na vida, com a vocação, é como receber uma missão: a de colaborar na construção do Reino de Deus neste mundo seguindo a vida de Cristo. A vocação não é algo separado do Sacramnto do Baptismo, mas representa através da vida o Baptismo. A Igreja tem consciência que cada pessoa é chamada e educada à fé na família. È aqui que cresce a sua vocação. Por isso a Igreja dá muita importância à família. Todos devemos ter muita consciência dos compromissos que assumimos com o sacramento do Baptismo. A vocação é vitalidade porque a raiz está precisamente no Baptismo. A família deve ser o lugar onde se recebe esta educação à fé”. No entanto, hoje, viver a própria vocação não é fácil, é mesmo muito difícil. Demo-nos conta, também nesta iniciativa realizada aqui na paróquia, que os jovens que responderam foram poucos. Participaram mais os adolescentes e as crianças... Mas, como nos dizia P. Guntoro SCJ não devemos perder a coragem mas esperar sempre e acreditar que o que estamos a fazer pode ser semente para futuras vocações. Por isso continuamos a rezar pelas vocações e pelas famílias, para que se tornem o húmus onde possam crescer as sementes de uma futura vocação.
una ford, un lungo viaggio, un sogno realizzato
 
Di questi tempi i viaggi sono per molte persone un modo di conoscere, rilassarsi, distrarsi e così via, in molti casi una necessità. Con Mariolina decidiamo di comperare ed andare a prendere la nuova macchina (una jeep marca Ford, grigia con canopy) a Maputo e viaggiare fino a Nampula e di farci appunto un viaggio per conoscere una parte del Mozambico che ci é sconosciuta. Il motivo principale é il risparmio ma il vero motivo é conoscere e capire. Personalmente, in questi ultimi tempi, sono meno propensa a fare viaggi lunghi per vari motivi e, per questo viaggio avevo le mie riserve vedendo l’alto numero di incidenti sulla strada che dovevamo percorrere ed i molti chilometri: circa 2000. Varie persone a cui abbiamo detto che facevamo il viaggio da sole ci hanno detto che eravamo pazze. Bisogna sapere che Mariolina ed io abbiamo 64 anni e non abbiamo un fisico al cento per cento (Mariolina ha fatto un grave incidente l’anno scorso di cui ci sono ancora alcune conseguenze ed io ho il mio problema ai piedi). A Maputo aspettiamo i vari documenti della macchina e ci troviamo proprio nel momento in cui entrano in vigore le nuove targhe concordate da tutti i paesi dell’Africa Australe. L’attesa é di quindici giorni in più del previsto. Questo dà la possibilità a Lisetta (che voleva venire a Nampula per riposarsi un poco e stare con noi) di aggregarsi a noi per questo viaggio. Lisetta ha 70 anni! Prima di procedere nel nostro viaggio proviamo la macchina (che ci viene consegnata il 26 aprile ma della quale dobbiamo ancora completare la documentazione) andando a Manhiça, località a circa 70 km da Maputo. Cogliamo l’occasione per una visita alla famiglia di Helena (che vive con noi a Nampula). Ad aspettarci c’é la sorella con i suoi figli e la mamma. Ci accolgono con grande affetto e ci fanno una grande festa. Hanno preparato per Helena varie cose che porteremo a Nampula. Concordiamo insieme a Mariolina che é bene fare il viaggio di giorno, (c’è anche il problema degli assalti) e che ce la prenderemo con calma dedicando almeno tre giorni a questo lungo viaggio. Si parte il pomeriggio di giovedì (28 aprile 2011) per arrivare a Xai – Xai (che dista circa 300 km da Maputo) da D. Lucio Muandula ( amico e vescovo di quella Diocesi) che ci ospita per una notte. Questo primo tratto di strada é molto trafficato. Andiamo con calma. La macchina é davvero confortevole e si guida senza fatica. In questo primo tratto ci accompagna un prete mozambicano, P. Atanasio (parroco dell’Isola del Mozambico) che rimarrà a Xai- Xai per alcuni giorni. D. Lucio ci accoglie con grande simpatia. Nota importante: arriviamo all’imbrunire e, pur con indicazioni precise, sbagliamo strada almeno tre volte prima di arrivare alla casa della Diocesi. Comunque grande festa e dialogo vivace e molto animato. Qui conosciamo Veronica volontaria proveniente dell’Argentina che lavora alla Caritas Diocesana di Xai – Xai e due suore sempre dell’Argentina, giunte da poco tempo in Mozambico e che collaboreranno nella pastorale diocesana. Da notare che i missionari/e Latino Americani stanno aumentando la loro presenza nelle diocesi mozambicane proporzionalmente alla diminuzione di missionari/e Europei. Il mattino dopo alle 6 ci ritroviamo per la celebrazione Eucaristica (D. Lucio ci aiuta a riflettere sulle letture pasquali con la sua solita profondità e competenza) e la colazione. Ripartiamo verso le 7 e 30 da Xai – Xai. Anche D. Lucio e P. Atanasio partono per una missione lontana della diocesi per visitare le comunità e per i battesimi e rimarranno fuori circa 3 giorni. Ci seguono a distanza con molta attenzione ed affetto mandando continuamente messaggi e telefonando per sapere se il nostro viaggio procede bene. Un dato importante: il Mozambico ha una lunghezza di costa di circa 3000 km e in ugual [img2bdx]misura di strada nazionale. La strada principale che collega tutto il Mozambico è stato un sogno che si è realizzato grazie a vari intervenienti ed attualmente questa rete stradale è abbastanza buona eccetto in alcuni tratti. In effetti viaggiamo bene da Xai Xai (Provincia di Gaza) a Morrumbene (altri 300 km circa) (Provincia di Inhambane) ci fermiamo per mangiare qualcosa. Subito troviamo un luogo dove ci dicono che oggi non si cucina ma la soluzione alternativa viene subito: comperare una decina di panini e una specie di frittelle di fagioli tipici di questi lati e che conosciamo perché ce li cucina Helena sapendo che ci piacciono; ci prendiamo alcune bibite mangiando i nostri panini con “bagias”. Il luogo ha un nome particolare: “Fala Certo Sitoe e Filhos” (parla sinceramente Sitoe e figli). Gabriela che vive con noi a Nampula ha il cognome di Sitoe ed è oriunda di questa zona e pensando a lei ci facciamo raccontare la storia di questo nome. Una storia simpatica. Da Morrumbene a Muxungue che dovrà essere la nostra prossima meta dovremo fare circa 400 km) La parte sud del Mozambico é più sviluppata turisticamente ed ogni tanto ritroviamo dei luoghi tipici africani di ristoro, o delle scritte che indicano dei piccoli villaggi turistici sul mare. Uno dei più noti è Vilanculus. E, fino a questa località appunto, la strada è piuttosto bella e scorrevole senza però quel traffico che pensavamo di trovare. Difatti le strade sono ancora abbastanza prive di automezzi che forse sono più presenti nei fine settimana. Dopo Vilanculus abbiamo un tratto di strada piuttosto mal messa con alcuni buchi da scansare ed altri tratti meno impegnativi ma tutto sommato nell’insieme non ci si può lamentare. La strada nazionale prosegue fino al “Rio Save” che divide il sud dal centro del Mozambico. All’altezza del ponte sul fiume Save paghiamo il pedaggio di 20 meticais (neanche mezzo euro) e attraversiamo il ponte con calma e solennità. Sulla riva opposta dove inizia la Provincia di Sofala (zona centro del Mozambico) troviamo due militari che normalmente fanno la verifica della merce come se entrassimo in un altro Paese! Ci stupiamo di questo fatto che ci pare piuttosto offensivo per la gente del centro e che non avviene nella riva opposta per entrare nel Sud del Mozambico. Comunque a noi é riservato un trattamento diverso vista la nostra età e il fatto che ci caratterizzano come missionarie. Proseguiamo verso nord, verso la missione di Muxungue retta da una comunità Comboniana previamente avvisata del nostro arrivo. La missione si trova all’entrata della cittadina omonima e dopo un piccolo errore (un poco prima c’é una comunità anglicana che scambiamo con quella comboniana) entriamo nella missione dove vivono quattro missionari di diverse etá e nazionalità: 1 messicano, 1 italiano, 1 portoghese, 1 polacco. Il padre messicano é il responsabile e si chiama P. Luís. Un tipo accogliente. Ceniamo, pernottiamo e facciamo colazione e di nuovo ripartiamo avendo come meta Quelimane che dista circa 600 km. Siamo al sabato giorno 30 aprile ed il primo incrocio importante é quello di Inchope dove si diramano varie strade in direzioni diverse: a ovest verso Chimoio, Tete, Malawi, Zimbabwe; a est c’é la strada che porta a Beira. La strada che prosegue verso nord é quella che porta alla Gorongosa che é una grande foresta piuttosto famosa e che si snoda per una lunghezza di più di 100 km. É per questa strada che passiamo. La natura é rigogliosa ed in lontananza si vedono grandi montagne. Sulla strada vediamo venditori di miele (famoso per la sua bontà e qualità). In certi punti si vende carne di gazzella affumicata (la comperiamo e ce ne mangiamo un poco durante il viaggio, il resto la offriamo a Gina che é molto contenta di questa carne prelibata e piuttosto rara). La strada é più bella anche perché la Riserva della Gorongosa offre molte attrattive turistiche. Noi proseguiamo a buon ritmo e, come il giorno prima ci abbuffiamo di banane, mandarini, pane a cui si aggiunge oggi la carne di gazzella; senza fermarci troppo per il pranzo ma mangiando in macchina con il cambio di guida che rigorosamente al mattino é di Martina più sveglia in quelle ore e il pomeriggio é di Mariolina più vivace nell’arco di questo tempo. Passando da Gorongosa ci ricordiamo della Dr Anna Cattane che ci parlava di questa zona come la più bella del Mozambico. Cerchiamo disperatamente caffè e lo troviamo solo a Caia dove fanno l’espresso come si deve. Caia si trova sulla riva del fiume Zambesi dal lato della Provincia di Sofala. A questa altezza é stato costruito recentemente (2009)[img3bcx] il ponte che collega il Centro ed il Nord del Mozambico. Dall’altro lato c’é la cittadina di Chimuara che si trova nella Provincia della Zambezia. Per il pedaggio paghiamo 100 meticais pari a poco più di due euro. È lungo quasi 3 chilometri ed unisce le due sponde del fiume Zambesi. C’é un libro interessante che parla di questo e di cui consiglio la lettura per capirne l’importanza (Um Rio uma Ponte uma Nação di Francisco Pereira – Editora Missanga Ideias & Projectos). È valsa la pena di vedere questo famoso ponte. Dal lato di Chimuara visitiamo il Lodge “Cocoa” proprietá di amici di Lisetta e miei: Marlene e Rogerio. Un luogo molto bello con vista sul fiume e sul ponte. Qui parliamo con i lavoratori per capire un poco come vivono questo tipo di presenza e ci sorprende il loro impegno pur nell’assenza dei proprietari, le presenze di turisti sono costanti ed in aumento. Un luogo particolare ma adatto a persone con una buona disponibilità finanziaria. Proseguiamo poi per luoghi conosciuti, Mopeia e Morrumbala ci ricordano gli amici Cappuccini di Bari, Fortunato, Bruno, Francesco, Prosperino... ed arriviamo presto a Licoari e Nicoadala e finalmente a Quelimane. Pernottiamo nella nostra casa e davvero ci rilassiamo per avere forze per affrontare il viaggio fino a Nampula il giorno seguente. Gina Santana con le sue sorelle, come di solito, ci preparano cose buone da mangiare e possiamo riposarci meglio dopo aver fatto una buona doccia. Alle 7,30 di domenica 1 maggio ripartiamo da Quelimane ed affrontiamo questo ultimo tratto di circa 550 km. A Nicoadala comperaimo il “matago” tipico di queste zone. È riso lavorato in un certo modo e di cui Helena ed altri amici vanno ghiotti. A Mocuba cerchiamo di salutare alcuni amici Cappuccini ma non li troviamo perché é domenica e sono in visita alle comunità. Qui troviamo un lungo corteo per la festa dei lavoratori, variopinto e piuttosto numeroso. Purtroppo facciamo un calcolo sbagliato e partiamo senza disel sufficiente fino al prossimo luogo di rifornimento. Arrivate a Mugeba troviamo un tratto di strada pessima che non é stata ancora asfaltata ma non é neanche la strada fuoripista. È una strada in rifacimento con ghiaia e polvere a non finire. Un tratto di circa 40 km che ci pare lunghissimo e che ci fa continuamente diminuire la marcia con maggior dispendio di disel. Decidiamo di puntare fino a Ile per fare rifornimento facendo così 80 km in più. In compenso vediamo luoghi che ci sono cari e che abbiamo percorso varie volte in tempi anteriori. Notiamo come le strade ed i ponti sono migliorati in questo tratto di strada. Troviamo sulla strada vari gruppi con persone che stanno facendo festa per i battesimi o i matrimoni. Comperiamo i soliti mandarini che in questo tratto costano meno ed anche dei pomodori. Arriviamo a Molocue dove ci fermiamo per salutare i padri dehoniani che non ci sono perché é il periodo in cui si va nelle comunità per i battesimi ed i matrimoni e si ritorna piuttosto tardi. Troviamo però Maria una volontaria portoghese che ci accoglie e che già conosciamo. L’ultimo tratto fino a Nampula richiede molta pazienza per la presenza di molti ubriachi sulla strada soprattutto nell’ultimo tratto ma, grazie a Dio arriviamo bene. Sono le 18,30 quando varchiamo il portone della nostra casa fra le grida festanti delle giovani che ci accolgono con gioia.
um ford, uma longa viagem e um sonho realizado
 
Nestes tempos as viagens são para muitas pessoas um modo de conhecer, de se descontrairem, de se distrairem e assim por diante, em muitos casos uma necessidade. Com a Mariolina decidimos comprar e ir buscar o novo carro – um jeep marca Ford, cinzento com canopy – a Maputo e viajar até Nampula e fazer esta grande viagem para conhecer uma parte de Moçambique que nos é desconhecida. O motivo verdadeiro é o de poupar mas o verdadeiro motivo é conhecer e compreender. Pessoalmente, nestes últimos tempos, sou menos propensa a efectuar longas viagens por vários motivos e, quanto a esta viagem, tinha as minhas reservas vendo o grande número de acidentes na estrada que devíamos percorrer e os muitos quilómetros: quase 2.000. Várias pessoas a quem tínhamos dito que fazíamos a viagem sós tinham-nos dito que éramos loucas. È necessário dizer que Mariolina e eu temos 64 anos e, fisicamente, não estamos na melhor das formas (Mariolina teve um grave acidente o ano passado do qual algumas consequências se fazem ainda sentir e eu tenho o crónico problema dos meus pés). No Maputo, esperamos os vários documentos do carro e encontramo-nos precisamente no momento em que entram em vigor as novas matrículas concordadas com todos os países da África Austral. Temos que esperar mais quinze dias do que tinha sido previsto. Isto torna possível à Lisetta (que queria vir a Nampula para descansar um pouco e estar connosco) juntar-se a nós nesta viagem. Lisetta tem 70 anos! Antes de iniciar a nossa viagem experimentamos o carro (que nos é entregue no dia 26 de Abril mas do qual temos ainda que completar a documentação) indo a Manhiça, uma localidade que fica a cerca de 70 km do Maputo. Aproveitamos esta ocasião para visitar a família de Helena (que vive connosco em Nampula). À nossa espera estava a sua irmã com os filhos e a mãe. Acolhem-nos com grande afecto e fazem-nos uma grande festa. Preparam para a Helena diversas coisas que levaremos a Nampula. Mariolina e eu somos do parecer que é bom viajar enquanto é dia (existe também o problema dos assaltos) e que afrontaremos esta grande viagem com calma, dedicando-lhe pelo menos três dias. Partimos na parte da tarde de quinta-feira (28 de Abril 2011) para chegar a Xai-Xai (que dista cerca de 300 km do Maputo), a casa de D. Lúcio Muandula (nosso amigo e bispo desta Diocese) que nos acolhe durante uma noite. Nesta primeira parte da estrada encontrámos muito movimento. Vamos com calma. O carro é verdadeiramente confortável e guia-se sem dificuldade. Nesta primeira etapa acompanha-nos um padre moçambicano, P. Atanásio (pároco da ilha de Moçambique) que ficará em Xai-Xai durante alguns dias. D. Lúcio acolhe-nos com grande simpatia. Nota importante: chegamos ao pôr-do-sol e, embora tendo indicações precisas, enganamo-nos na estrada pelo menos três vezes antes de chegar à casa da Diocese. Apesar de tudo grande festa e diálogo muito vivo e animado. Aqui, conhecemos Verónica, uma voluntária que vem da Argentina e que trabalha na Caritas Diocesana de Xai-Xai e duas irmãs sempre da Argentina, que chegara há pouco a Moçambique e que colaboram na pastoral diocesana. De notar que os missionários/as Latino-Americanos aumentam a sua presença nas dioceses moçambicanas proporcionalmente à diminuição dos missionários/as Europeus. Na manhã seguinte, às 6 horas, encontramo-nos para a celebração da Eucaristia (D. Lúcio ajuda-nos a reflectir sobre as leituras pascais com a sua habitual profundidade e competência) e a seguir para o pequeno-almoço. Nova partida por volta das 7,30 de Xai-Xai. Também D. Lúcio e P. Atanásio partem para uma missão longínqua da diocese para visitar as comunidades e para os baptismos e ficarão fora durante 3 dias. Seguem-nos à distância, com muita atenção e afecto, mandando continuamente mensagens e telefonando para saberem se a viagem continua a correr bem. Um dado importante: Moçambique tem um cumprimento de costa de cerca de [img2bdx]3.000 km e uma estrada nacional da mesma medida. A estrada principal que liga todo o Moçambique foi um sonho que se conseguiu realizar graças a diversos intervenientes e, actualmente, esta rede estradal é bastante boa, excepto nalguns troços. Com efeito, viajamos bem de Xai-Xai (província de Gaza) até Morrumbene (outros 300 km) na Província de Inhambane e aqui paramos para comermos qualquer coisa. Imediatamente encontramos um lugar onde nos dizem que hoje não se cozinha, mas logo nos é proposta uma solução: comprar uma dezena de pãezinhos e uma espécie de fritada de feijões típicos destas bandas e que nós conhecemos já que Helena os sabe cozinhar sabendo que nós gostamos; compramos algumas bebidas, comemos os nossos pãezinhos com “bagias”. O lugar tem um nome particular: “Fala Certo Sitoe e Filhos”. Gabriela que vive connosco em Nampula tem o apelido de Sitoe e é originária desta zona e pensando nela pedimos que nos contem a história deste nome. Uma história simpática. De Morrumbene a Muxungue que deverá ser a nossa próxima meta deveremos fazer cerca de 400 km. A parte sul de Moçambique é mais desenvolvida turisticamente e, de vez em quando, encontramos restaurantes típicos ou indicações que anunciam pequenas aldeias turísticas à beira mar. Um dos mais conhecidos é Vilanculos. E, até esta localidade, precisamente, a estrada é bastante bonita e transitável sem no entanto o trânsito que nós esperávamos. Na verdade, nas estradas não se vêem muitos carros; talvez estes circulem mais nos fins-de-semana.. Depois de Vilanculos temos um troço de estrada bastante mau, com buracos dos quais é preciso fugir e outros troços menos difíceis, mas, no conjunto, não nos podemos lamentar. A estrada nacional segue atá ao “Rio Save” que divide o sul do centro de Moçambique. No início da ponte sobre o rio Save pagamos a portagem de 20 meticais (nem sequer meio euro) e atravessamos a ponte com calma e solenidade. Na margem oposta, onde inicia a Província de Sofala (zona centro de Moçambique) encontramos dois militares que normalmente verificam as mercadorias, como se entrássemos num outro País! Admiramo-nos deste facto que nos parece bastante ofensivo para a gente do centro, tanto mais que o mesmo não sucede na margem oposta para entrar no Sul de Moçambique. No entanto, a nós é-nos reservado um tratamento especial dada a nossa idade e o facto que nos caracterizam como missionárias. Continuamos a viagem em direcção norte, para a missão de Muxungue, dirigida por uma comunidade Comboniana, previamente avisada da nossa chegada. A missão encontra-se no início da pequena cidade que tem o mesmo nome e depois de um pequeno erro (um pouco antes está uma comunidade anglicana que confundimos com a comunidade comboniana) entramos na missão onde vivem quatro missionários de diversas idades e nacionalidades: 1 mexicano, 1 italiano, 1 português, 1 polaco. O padre mexicano é o responsável e chama-se P. Luís. Um tipo acolhedor. Ceamos, dormimos e tomamos o pequeno almoço no dia seguinte e, eis-nos a partir de novo, tendo como meta Quelimane que dista daqui cerca de 600 km. É sábado, dia 30 de Abril, e o primeiro cruzamento importante é de Inchope donde partem diversas estradas em diferentes direcções: a oeste em direcção a Chimoio, Tete, Malawi, Zimbabwe; a este fica a estrada que leva à Beira. A estrada que segue para norte é a que leva à Gorongoza que é uma grande floresta muito famosa e que se distende por mais de 100 km. É por esta estrada que nós seguimos. A natureza é exuberante e, ao longe, vêem-se grandes montanhas. Ao longo da estrada vemos vendedores de mel (famoso pela sua bondade e qualidade). Em certos pontos vende-se carne de gazela fumada (compramo-la e comemos um pouco durante a viagem, o resto oferecemo-la a Gina que fica muito contente desta carne saborosa e bastante rara). A estrada é mais bonita também porque a Reserva da Gorongosa oferece muitas atracções turísticas. Nós continuamos com um bom ritmo e, como no primeiro dia, empaturramo-nos de bananas, tangerinas, pão a que se junta hoje a carne de gazela; nem sequer paramos para o almoço, comemos dentro do carro e revezando-nos na condução: de manhã guia sempre a Martina que está mais desperta a estas horas e na parte da tarde a Mariolina com maior vivacidade neste arco de tempo. Passando a Gorongosa, lembramo-nos da Drª Anna Cattane que nos falava desta zona como a mais bonita de Moçambique. Procuramos desesperadamente café e encontramo-lo só em Caia onde fazem um expresso a preceito. Caia, encontra-se na margem do rio Zambeze do lado da província de Sofala. A esta altura foi constuída recentemente (2009)[img3bcx] a ponte que liga o Centro e o Norte de Moçambique. Do outro lado fica a cidadezinha de Chiumara que se encontra na província da Zambézia. Para a portagem pagamos 100 meticais ( pouco mais de dois euros). A ponte é longa quase 3 quilómetros e une as duas margens do rio Zambese. Há um livro interessante que fala disto e aconselho a sua leitura para se comprender a importância deste empreendimento: Um Rio uma Ponte uma Nação de Francisco Pereira, Editora Missanga Ideias & Projectos. Valeu a pena ver esta famosa ponte. Do lado de Chiumara visitamos o Lodge “Cocoa”, propriedade de amigos da Lisetta e meus: Marlene e Rogério. Um lugar muito bonito com vista para o rio e a ponte. Aqui, falamos com os trabalhadores para compreender um pouco como vivem este tipo de presença e surpreende-nos o seu empenho, embora na ausência dos proprietários; as presenças dos turistas são constantes e em aumento. Um lugar particular mas para ser utilizado por pessoas com boa capacidade financeira. Continuamos depois para lugares que conhecemos bem, Mopeia e Morrumbala recordam-nos os amigos capuchinhos de Bari, Fortunato, Bruno, Francesco, Prosperino...e, em breve, chegamos a Licoari e Nicoadala e, finalmente, a Quelimane. Dormimos na nossa casa e repousamos verdadeiramente para ter forças para enfrentar a viagem até Nampula no dia seguinte. Gina Santana com as irmãs, como é costume, preparam-nos coisas boas para comer e podemos descansar melhor depois de tomar um bom duche. Às 7,30 de domingo, 1 de Maio, partimos de Quelimane e enfrentamos este último troço de cerca 550 km. Em Nicoadala compramos o “matago”, típico destas zonas. É arroz trabalhado de uma certa maneira e de que Helena e outros amigos são muito gulosos. Em Mocuba, procuramos saudar alguns amigos capuchinhos mas não os encontramos porque é domingo e estão para as comunidades. Aqui encontramos um grande cortejo para a festa dos trabalhadores, muito colorido e bastante numeroso. Infelizmente fazemos um cálculo errado e partimos sem gasóleo suficiente até às próximas bombas. Chegadas a Mugeba encontramos um troço de estrada péssimo que ainda não foi asfaltada mas também não é a habitual terra batida. É uma estrada que estão a reparar com cascalho e poeira que nunca mais acabam. Um troço de cerca 40 km que nos parece longuíssimo e que nos obriga a diminuir continuamente a velocidade com maior gasto de gasóleo. Decidimos dirigir-nos a Ile para ali nos abastecermos, mas isto obrigou-no a fazer mais 80 km. Em compensação vemos lugares que nos são caros e que percorremos tantas vezes noutros tempos. Notamos como as estradas e as pontes melhoraram nesta zona. Encontramos na estrada vários grupos de pessoas que estão fazendo festa por causa dos baptismos ou de matrimónios. Compramos as habituais tangerinas que neste momento custam menos e também tomate. Chegamos a Molocue onde nos detemos para saudar os padres dehonianos que não estão porque é o período em que se vai às comunidades para os baptismos e os casamentos e se volta bastante tarde. Mas encontramos Maria, uma voluntária portuguesa que nos acolhe e que já conhecemos. O último troço, até Nampula, exige muita paciência por causa da presença de muitos bêbados na estrada mas, graça a Deus, chegamos bem. São as 18,30 quando transpomos o portão da nossa casa entre os gritos festivos das jovens que nos acolhem com alegria.
la parábola de la semilla que crece por sí sola
 
Y decía: "El Reino de Dios es como un hombre que echa la semilla en la tierra: sea que duerma o se levante, de noche y de día, la semilla germina y va creciendo, sin que él sepa cómo. La tierra por sí misma produce primero un tallo, luego una espiga, y al fin grano abundante en la espiga. Cuando el fruto está a punto, él aplica en seguida la hoz, porque ha llegado el tiempo de la cosecha". (Marcos 4,26-29) Muy queridas hermanas, teniendo cono fondo este hermoso Evangelio quiero compartir una sencilla y breve reflexión, sobre el tiempo , ese tiempo vital que pasa a veces tan rápido, debido a nuestro sistema de vida y de trabajo actual. Les recuerdo que nuestra CM de Chile, en febrero del 2008 cumplió 20 años, mi historia en la CM comienza con la fundación de la CM en nuestra tierra chilena, por lo tanto ya estamos viviendo el año nº 23 de esta historia de amor...además hace poco, en mi actual lugar de trabajo cumplí 25 años de servicio....entonces estamos hablando del tiempo que pasa, de este día a día que va transcurriendo con altos y bajos en medio de la vida cotidiana que nos toca a cada una...y allí en ese espacio de tiempo tan sencillo y oculto vivimos y seguimos viviendo nuestro llamado, nuestra consagración en la CM.... Pero el tiempo puede pasar de muchas maneras, y mi reflexión apunta precisamente, a ese vivir cada día intensamente, en lo más oculto y ordinario, pero profundamente e intensamente: renovando cada día y cada noche esa maravillosa conciencia y certeza de que estamos en el Corazón de Jesús y María, renovando esa pertenencia que nos permite vivir en su oblación, en su comunión, en su misión..... así la vida nuestra a veces un poquito opaca cobra el brillo y el calor de la consagración. El brillo y el valor de ese repetir con el corazón nuestro ecce venio, ecce ancilla (aquí estoy para que Tú vivas y ames en mi) al comienzo del día, en la misa, en mi oración, en mi pequeña oración de ofrenda, en mi mirada silenciosa y quieta a Jesús en el hermano, en el tabernáculo, en mi propio corazón..... En la comunión con Jesús, en la unión a su oblación , cada día van pasando maravillas, nuestros pequeños gestos y actos que al parecer allí quedaron...va calando hondo sin que sepamos, a veces lo notamos, otras nunca lo sabremos....pero es así....esa es la vida de amor que pasa y va dejando su huella en la vida.....ese es el tiempo fecundo. Un ejemplo (cada una puede ir sacando de su mochila muchos) hace unos días me saludó un paciente que me reconoció luego de más de 20 años....el tiempo había pasado...y se acordaba de mi y de alguna atención que tuve que prestarle por mi profesión...no le fue indiferente, ya que luego de 20 años lo recordaba...y uno se pregunta ¿qué pasó, que hice de especial?....tal vez yo , nada...pero Jesús en mi, si llegó con su cariño .... Hoy en la Misa mensual de mi centro médico , me encontré con un paciente que hace algunos meses visité en su casa(tiene un cáncer de laringe) para llevarle una ayuda, etc....le regalé un escapulario (de género, de tela) y me contó que no se lo saca nunca, pues como es tela ¡¡no es incompatible con su radioterapia...!!! además vino a Misa (invitado por otra colega) y se alegró tanto de tener la posibilidad de venir a la Eucaristía que tratará de venir cada miércoles.....y así nos preguntamos: ¿qué hacemos de extraordinario? Tal vez nada, pero Jesús y María van convirtiendo nuestra agua en vino....en pequeñas semillas que caen en buena tierra...es tan poquito lo que hacemos, y sin embargo el Señor lo hace grande sin que sepamos... “Gracias Señor, enséñanos a vivir el tiempo que tenemos intensamente , aunque nos parezca fome y rutinario, ayúdanos a agradecer la vida de cada día, la nuestra y la de nuestros hermanos, ayúdanos a que cada noche antes de cerrar los ojos , te miremos a ti, contemplemos tu amor y agradezcamos por el tiempo vivido y entregado. Cada noche dejamos nuestro corazón en tus manos: revísalo, todo es tuyo, lo bueno y lo no tan bueno....te lo entregamos con confianza, porque Tú todo lo conviertes en amor, fuerza, gracia para vivir nuestra consagración en el tiempo que sea abre a nuestros pasos cada día”. Les cuento que el mes de Julio fue un tiempo muy bendecido para nuestra CM Chilena: nos encontramos con Ely que vino de vacaciones desde Arica, y pudimos compartir con ella el camino y la alegría de ser CM...envía saludos y espera noticias... También conocí a Katty, ella es de La Serena (al Norte de Chile, pero un poco más cerca que Ely ) , hace un tiempo que estábamos en contacto por el correo electrónico y tuvimos la oportunidad de conocernos, fue un lindo y bendecido encuentro, transmito algunas palabras suyas que luego me llegaron por correo: “gracias de antemano, obvio soy una alma pequeña inquieta por vuestro camina,,por seguir la senda del Sagrado Corazón de Jesús como fuente de cada uno de sus movimientos, pero humilde hija de Dios que espera a la vez, sacar sus estudios para servir a mis hermanos donde Dios me lleve, con , por y gracias a El...Un abrazo grande hermanita, y gracias por acogerme, espero este camino sea para siempre, y tener la capacidad de aprovecharlo al máximo, paso a paso, y desde el corazón...Paz y bien.” KATTY Un saludo cariñoso a cada una, recordémonos en la oración....con fuerza y cariño.
la parábola del tesoro
 
Nuevamente nos encontramos y me alegra saber que entre todas contribuimos a establecer lazos de cercanía y acompañamiento en el camino. Desde hace meses nuestro país se ha visto alterado. El orden establecido es contrariado por los estudiantes, los jóvenes, los que muchas veces criticamos por su apatía o falta de participación en la contingencia. Sin embargo son ellos precisamente los que nos han dado lección de lo que en realidad se esta viviendo en nuestra sociedad; la desigualdad, el lucro, la falta de oportunidades, la violencia y la opresión de un sistema económico que ya no da para más. Eso que todos sabemos pero por comodidad o por mantener el statu quo preferimos seguir o nos vemos avasallados por lo que nos establece la sociedad. Ante esta realidad me surgen muchos sentimientos de preocupación, de crítica, de responsabilidad social, pero también de esperanza. Esta virtud teologal que me habla de que los jóvenes están llenos de anhelos de una sociedad más justa, se dan cuenta de sus problemas y sueñan con el restablecimiento del Reino que Jesús nos ofrece. Son estos acontecimientos que nos estremecen y nos llevan a leer el Evangelio desde allí. Cuando nos sentimos interpelados por las palabras de Jesús y parece que nos urge adherirnos plenamente a su Palabra. Es en este contexto que el evangelio de Mt 13,44 que leíamos hace pocas semanas, el que me invita a trabajar por hacer posible las demandas que hacen los jóvenes, por el Tesoro que he encontrado… que me hace feliz y me compromete a construir el Reino de Dios para todos, por los más pequeños, por los que están más cerca, por los jóvenes, Respecto de ello el Cardenal Raúl Silva Henríquez, en algunos de sus escritos nos exhorta; “pido y ruego que se escuche a los jóvenes y se les responda como ellos se merecen. La juventud es nuestra fuerza más hermosa. Ellos tienen el derecho de ser amados. Y tienen la responsabilidad de aprender a amar de un modo limpio y abierto. Pido y ruego que la sociedad entera ponga su atención en los jóvenes…”(C.Raúl Silva Henriquez) Que estas breves palabras nos mantengan alertas y comprometidas como Misioneras, con lo que nos toca vivir, donde se haciendo historia, dónde esta pasando Dios. Mt 13,44: El Reino de los Cielos se parece a un tesoro escondido en un campo; un hombre lo encuentra, lo vuelve a esconder, y lleno de alegría, vende todo lo que posee y compra el campo.
ritiri spirituali
 
a S. Antonio Abate Le missionarie e i familiares invitano tutti coloro che desiderano vivere un'esperienza semplice e profonda di incontro con il Cuore di Cristo attraverso la sua Parola. Signore da chi andremo? Tu solo hai parole di vita! 23 ottobre 2011 ----- ore 9.00 – 17.00 Santuario di Gesù Bambino 20 novembre 2011 ----- ore 8.30 – 12.00 Sede della Compagnia Missionaria - via Nocera 158160 18 dicembre 2011 ----- ore 8.30 – 12.00 Sede della Compagnia Missionaria 15 gennaio 2012 ----- ore 8.30 – 12.00 Sede della Compagnia Missionaria 19 febbraio 2012 ----- ore 8.30 – 12.00 Sede della Compagnia Missionaria 25 marzo 2012 ----- ore 9.00 – 17.00 Suore dei Sacri Cuori, via Buonconsiglio 20 maggio 2012 ----- ore 8.30 – 12.00 Sede della Compagnia Missionaria 10 giugno 2012 ----- ore 9.00 – 17.00 Suore dei Sacri Cuori, via Buonconsiglio
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