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COMPAGNIA MISSIONARIA
DEL SACRO CUORE
una vita nel cuore del mondo al servizio del Regno...
Compagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia MissionariaCompagnia Missionaria
Compagnia Missionaria del Sacro Cuore
 La COMPAGNIA MISSIONARIA DEL SACRO CUORE è un istituto secolare, che ha la sede centrale a Bologna, ma è diffuso in varie regioni d’Italia, in Portogallo, in Mozambico, in Guinea Bissau, in Cile, in Argentina, in Indonesia.  All’istituto appartengono missionarie e familiares Le missionarie sono donne consacrate mediante i voti di povertà, castità, obbedienza, ma mantengono la loro condizione di membri laici del popolo di Dio. Vivono in gruppi di vita fraterna o nella famiglia di origine o da sole. I familiares sono donne e uomini, sposati e non, che condividono la spiritualità e la missione dell’istituto, senza l’obbligo dei voti.
News
  • 21 / 06 / 2019
    IX ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DA COMPANHIA MISSIONÁRIA DO CORAÇÃO DE JESUS
    Realizar-se-á no CENÁCULO MARIANO em Borgonuovo di Pontecchio Marconi – Bologna – Italia ... Continua
  • 21 / 06 / 2019
    IX ASAMBLEA GENERAL ORDINARIA DE LA COMPAÑÍA MISIONERA DEL SAGRADO CORAZÓN
    a realizarse en el CENÁCULO MARIANO en Borgonuovo di Pontecchio Marconi – Bolonia - Italia DE... Continua
  • 21 / 06 / 2019
    IX ASSEMBLEA GENERALE ORDINARIA DELLA COMPAGNIA MISSIONARIA DEL SACRO CUORE
    si terrà al CENACOLO MARIANO a Borgonuovo di Pontecchio Marconi – Bologna - Italia DAL 19 AL ... Continua
encontro ibérico
 
No encontro Ibérico de Taizé realizado nos dias 13 a 16 do passado mês de Fevereiro de 2010 na Diocese do Porto , sobre o tema “ As Fontes da alegria “ estiveram presentes mais de 5.000 jovens. Este Encontro foi solicitado pelo Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, enquadrado no ano da “Missão 2010” que toda a Diocese está a viver. O Grupo do Porto da CM teve a alegria de acolher 14 jovens e de participar em quase todos os momentos de oração e outras actividades, que foram verdadeiramente um manancial de espiritualidades diversas, de abertura ao Espírito, onde juntos celebramos as fontes da Alegria cristã no louvor, na partilha e no testemunho. Uma experiência belíssima que a todos trouxe uma lufada de ar fresco, um renovar a esperança e a certeza de que há tantos jovens que empenhados em seguir Jesus Cristo, procuram as fontes que a todos podem saciar. Sentimos forte como todos somos convidados a aprofundar a compreensão do mistério da fé e a empenhar-se para transformar o mundo e a alegria e o sentido de viver. Esta experiência foi para nós, de um modo particular para as missionárias que puderam participar, momentos fortes de silêncio e oração pessoal, de reflexão e partilha tanto o que se viveu nos pequenos grupos nas diversas Paróquias, onde os jovens foram distribuídos, como na Oração comunitária, onde mais de 6.000 pessoas de vários credos rezaram e louvaram o Deus único e verdadeiro. A Adoração da cruz acompanhada por cânticos em profundo respeito e humildade foi outro momento inesquecível. Também os Workshops programados ao longo dos dias foi outra experiência que nos marcou por dentro. Por fim gostava de salientar uma carta que chegou às mãos do Irmão David, vinda de um jovem de 23 anos do HAITI ( que já tinha participado em vários encontros ) que dava o testemunho do que se passou no seu país; ele próprio foi vitima deste terramoto, ficou sem família e sem casa. Dizia ele: “Tenho apenas no meu coração a oração e os cânticos de Taizé, que me fazem superar a terrível dor que sinto. Rezem por mim e por todos que estão a experimentar esta dor e angustia”. Este testemunho foi para mim uma lição de vida, que caiu bem fundo no meu coração.
curso de formaçao
 
Nos dias 20 e 21 de Fevereiro de 2010 o Grupo do Porto reuniu com a Anna Maria, para viver juntas fortes momentos de oração, estudo, reflexão em grupo e individual, partilha de vida , para uma maior consciência da nossa vida de consagradas em secularidade e vivência da nossa espiritualidade e missão. A Ana Maria , foi para cada uma de nós um grande dom, nenhum esperto poderia falar com tanta sabedoria e profundidade porque é necessário a experiência e a vivência pessoal. Tocada pelo Espírito Santo, começou por nos falar da necessidade da formação , que deve ser dinâmica, gradual e continuada. Lemos e reflectirmos o Est. nº 29; Deut. 6, 4-10; V. Consagrada 65 ss. O plano formativo deve fazer parte da vida de cada uma, daí encontrar tempos e modos adequados a todos os níveis: Instituto; Igreja; profissional, psicológica, sócio politica etc. para que a minha vida possa revelar a alegria e a plenitude de pertencer a Deus, e a paixão pelo mundo. À luz da caminhada de Moisés, de Jonas, do cego de Jericó, de Pedro e sobretudo de Jesus fomos convidadas a confrontar e avaliar o caminho feito por cada uma. - Moisés é um homem que soube viver em harmonia, fez um caminho de formação gradual, ele viveu o encanto com Deus, mas também fez a experiência do desencanto, porém deixou-se trabalhar dos seus erros e voltou a reencontrar-se, morrendo vigoroso. - Jonas não entrou num processo formativo, foi para a frente segundo as suas convicções. A sua vida de oblação não é vivida no amor verdadeiro, perante Deus e o mundo vive uma vida vazia. De qualquer modo não ficou parado, seguiu a Deus por arrastamento. - Pedro homem entusiasta e empreendedor, mas no momento de sacrifício a sua fragilidade leva-o a vacilar. Depois de negar Jesus ele chora o seu pecado com profundo arrependimento. Responde às interpelações de Jesus mas apercebe-se da sua debilidade e quando lhe é pedido o martírio, ele interroga Jesus . Porquê a mim? [img2bcx] - O cego de Jericó não vê nada mas descobre um barulho diferente e apercebe-se que Jesus Cristo se aproxima, ao ser chamado pelos discípulos que lhe dizem: levanta-te, caminha Ele te chama. De imediato se levanta, deixa tudo para encontrar Aquele que é o tudo. Foi importante reflectir que também Jesus fez um caminho de formação gradual: gestação, infância, sentido de pertença a uma família vivendo a obediência e dando a sua colaboração. Fez formação profissional e de um modo progressivo foi revelando a Sua Divindade e a missão de nos salvar. Para nós que queremos servir o Reino de Deus, temos necessidade de fazer formação integral, continua e gradual para viver numa atitude de permanente escuta, aberta aos sinais sem nos deixar bloquear por nada que nos impeça de deixar tudo para o encontro com Ele. Só assim podemos criar uma sã harmonia para transmitirmos a Beleza de Deus, e revelar sempre a alegria de O servir. A Anna Maria de seguida falou-nos do ano da reconciliação que iniciamos no Natal de 2009, também esta celebração tornou-se mais evidente e necessária depois da Assembleia e da consulta das Responsáveis, sem este caminho não e fácil seguir em frente, há feridas a curar que nos bloqueiam e impedem de vivermos com entusiasmo a nossa espiritualidade e missão, na comunhão com Deus, umas com as outras e com todos os irmãos. Grupo : - Ler com sabedoria a nossa história como nos pede o RDV n . 74 - Fazer a verificação da temperatura do Grupo: - quente ? Frio ? - Ter a coragem de tirar as sandálias; disponibilidade e serviço. -Ter o cuidado apropriado no respeito, na aceitação da outra, na abertura e atenção à criatividade, escutar as mais novas. - Olhar o futuro afim de o projectar. Sair do eu para o nós. Seja quem semeia ou quem recolhe alegram-se juntos. Podemos encontrar caminhos até agora não pensados. Somos todas diferentes mas com muitos dons. Sentir o Grupo e cada uma como um Sacrário. Outro momento importante foi a leitura da livro do Apocalipse cap. 2 e 3 “ As sete cartas às várias Igrejas” para o qual nos preparou uma dinâmica como Jesus Cristo fala a cada Igreja e como o Coração de Jesus me fala a mim mesmo e como fala ao Grupo. Depois de cada uma apresentar a sua reflexão acerca do Grupo inspiradas na leitura referida (a individual não foi apresentada) , descobrimos a necessidade de crescer em: - Fidelidade - Oração de Adoração, Amor à Eucaristia - Crescer no amor à nossa Família, bem dizer, abençoar[img3bdx] - Ver em cada uma o rosto de Deus - Ver o Grupo como um Sacrário - Capacidade de escutar a todas - Dar testemunho desta experiência - Fecundidade Como conclusão a Anna Maria recomendou-nos a leitura individual e em Grupo dos seguintes documentos: - Síntese da Consulta das Responsáveis - Carta Programática - Relaçãop de Maria Rosa Zamboni Atitudes e interpelações a viver com mais intensidade : - Sentido de pertença - Qual a minha opção de vida fundamental ? - O impulso nasceu para viver nesta família? - Qual o lugar que tem na minha vida o Instituto / Grupo ? - Comunicação dos dons do Espírito no tempo de partilha. Que o Senhor nos ajude a pôr em prática todos estes valores para sermos uma comunidade à imagem dos primeiros Discípulos.
reconocer y servir
 
Queridísimas/os Todavías estamos en el clima pascual y de pentecostés.La liturgia en este tiempo nos ha sumergido en el misterio de la muerte y resurrección del Señor,haciéndonos contemplar, en los Hechos de los Apóstoles, el crecimiento de una comunidad que se formó precisamente en torno a este misterio. La solemnidad de Pentecostés dió por terminado este camino iniciado con la imposición de las cenizas. Siempre me ha llamado la atención que esta solemnidad no tenga una continuidad(como por ejemplo Navidad y pascua que se prolongan durante 8 días en la liturgia)sino que nos pone bruscamente en lo cotidiano. Inmediatamente pasamos al “tiempo ordinario”. Volvemos a la “normalidad” pero con la luz y la fuerza del Espíritu que solamente El puede donar. Y solamente el Espíritu hace posible el paso, día tras día, del miedo al valor, de la incertidumbre a la seguridad....como los apóstoles en el Cenáculo. El Espíritu nos hace reconocer al Resucitado, tal como el discípulo amado en el lago de Tiberiades cuando dice a Pedro: “¡Es el Señor!” (Jn.21,7). Y Pedro “ se ciñó la túnica, que era lo único que llevaba puesto, y se tiró al mar…” (también Jesús se ciñó con la toalla para el lavado de los pies) El discípulo amado y Pedro nos indican el camino para vivir nuestra vida cotidiana como un continuo Pentecostés. Uno nos enseña a reconocer al Señor y el otro el camino del servicio. Reconocer y servir. Conjugar estos verbos nos ayudará a vivir el camino día tras día iluminados por el Espíritu que nos dará esa fuerza necesaria para vivir la obediencia a la vida. Vamos al encuentro de la fiesta del Sagrado Corazón conjugando estos dos verbos: Reconocer y servir. Reconocer el gran amor que el Señor nos tiene ; su presencia en nosotros y alrededor nuestro; su grito de lamento (Mt 11,20-24) y de júbilo(Mt 11,25-27); reconocer el camino hacia el Golgota y dirigir la mirada hacía El; reconocer su voz y su mirada en todos los hermanos y hermanas que la providencia pone en nuestro camino… y precisamente porque lo reconocemos nuestra respuesta no puede ser otra que el servicio. Ciñámonos como Pedro , y en el encuentro con el Señor comprenderemos como servir. “Volviéndo la mirada hacia aquél que traspasaron” reconoceremos al Señor y él mismo nos invitará a volver la mirada hacia quienes nos rodean, a ese mundo al cual El con pasión aún hoy dirige su Palabra. Debemos mirar e lui stesso ci inviterà a volgere lo sguardo a chi ci circonda, a quel mondo a cui Lui con passione ancora oggi rivolge la sua Parola . Debemos mirar a nuestro alrededor y servir. Les deseo a todos que se preparen a la fiesta del S.Corazón con este anhelo de saber reconocer y servir al Señor para que su Reino se realice hoy en nuestrocamino y en cada persona y acontecimiento que la vida nos pone por delante. ¡El Corazón de Cristo, maestro en el servir, nos bendiga! En comunión Estamos “cargados” de una energía desproporcionada según las medidas del mundo: la fe que mueve montañas, la esperanza que niega lo imposible, la caridad que hacer arder la tierra. Cada minuto del día no importa donde y porqué ,le permite a Cristo vivir en nosotros en medio de los hombres. ¿La fe no es el compromiso temporal para la vida eterna? Para vivir de nuestra fe en nuestro tiempo y en nuestro mundo hoy y aquí; para poder realizar nuestra vocación a la fe,estamos obligados animar con nuestra vida cristiana todo aquello que es , actualmente, acelerado, momentaneo, immediato, obligados no a creer distinto sino a vivir distinto, no a adaptar la fe a esta realidad temporal , sino a adaptarnos a este movimiento, adaptarnos para reconocer, optar, hacer la voluntad de Dios en este movimiento. Debemos aprender a adaptar rápidamente a la fe a nosotros mismos y las circunstancias. Ahora no estamos preparados a lo rápido M: Delbrêl
el cordero mistico
 
Fabrice Hadjadj, 38 años, francés, de padres Judios de origen tunecino y creencia maoísta, ama presentarse como un « judio de nombre árabe y de confesión católica». Llegó al catolicismo luego de una juventud vivida entre la admiración de los ideales revolucionarios de Paris y la inmersión en la lectura de los grandes nihilistas del ‘900. Se bautizó en la fe católica más o menos a los 30 años y si le preguntan ¿porqué? Responde : «Soy yo el que se pregunta porqué no lo hice antes». Fabrice Hadjadj enseña en un liceo y en el seminario diocesano de Tolone, pero sobretodo es un filósofo, una especie de Nietzsche católico, autor de una decena de libros en forma de ensayos y dramas teatrales.Casado con tres hijas.Su vida nos habla de la manera maravillosa como Dios nos conduce y es un testimonio de una Europa que, no obstante sus estravagancias, aún tiene la savia suficiente de donde brotan personalidades cristianas significativas. [img2bcx] Cristo immolado En la tradición ,Cristo es simbolizado con distintas especies de animales: pez, león, carnero, cabra, aguila, pelicano, gallina, incluso la serpiente ( la de bronce que Moisés levanta en el desierto), aún más como el gusano de tierra tierra…El Verbo hecho hombre recapitula en si mismo toda la fauna y el cosmos . ( Hombres y bestias salvas, Señor, dice un versículo del salmo 36, principio aún inconcebible de una ecología sobrenatural). Pero, entre todas las especies de este zoo místico, el cordero es siempre el predilecto. Por su candor, su gracia, su edad y docilidad, representa mejor que los demás a la víctima inocente. Su imagen se encuentra ya en las catacumbas. Podemos decir que tiene la misma edad que la Cruz. En el madero del suplicio, los primeros crucifijos suspenden un cordero,no un hombre ...Y, la puerta de los tabernáculos, aún hoy día, está habitualmente adornada por un cordero atravesado por una cruz parecida a una lanza. Esta preminencia simbolica del cordero viene de las Santas Escrituras y está confirmada por la liturgia de la Iglesia. En el Génesis, está sin duda la primera ofrenda agradable a Dios : “También Abel hizo una oblación de los primogénitos de su rebaño, y de la grasa de los mismos”. (Gen. 4, 4). En el Exodo es el animal que deben comer en la Pascua: su sangre en los dinteles protegerá del paso del ángel exterminador. En Isaías y en Jeremías, es la metáfora del Mesías sufriente “y el Señor hizo recaer sobre él las iniquidades de todos nosotros. Al ser maltratado, se humillaba y ni siquiera abría su boca: como un cordero llevado al matadero (Is. 53, 6-7) – “ Y yo era como un manso cordero, llevado al matadero “ (Jer. 11, 19). También el Bautista se refiere a Jesús como el cordero de Dios… (Jn. 1,29 e 36). El mismo Evangelio dice en el momento del lanzazo: “Esto sucedió para que se cumpliera la Escritura que dice:No le quebrarán ninguno de sus huesos” (Jn 19, 36), prescripción del Exodo para el cordero pascual (12,46). Es una cita crucial , ya que hace de la Pasión el cumplimiento de la Pascua Judía, y del Crucificado el verdadero Cordero. San Pablo puede decir a los Corintios: “Cristo, nuestra Pascua, ha sido inmolado!” (1Cor. 5,7). En fin , en el Apocalipsis, la victima sufriente se convierte en la victima triunfante: “ El Cordero que ha sido inmolado es digno de recibir el poder y la riqueza,la sabiduría, la fuerza y el honor,la gloria y la alabanza". (Ap. 5,12). La relación directa con el cordero comido en la cena pascual hace de este ,por excelencia, el simbolo de la Eucaristia: habla al mismo tiempo del sacrificio y de la comunión, y habla también de la triple dimensión de memorial, de viatico y de anticipación de la gloria futura. Por eso antes de consumirla el sacerdote presenta la hostia usando las palabras de Juan Bautista: ¡He aquí el Cordero de Dios, que quita el pecado del mundo! Y la reforma liturgica agrega estas palabras sublimes: Beati qui ad coenam Agni vocati sunt, “ Dichosos los llamado a la Cena del Cordero”. Vemos también al Cordero Místico de pie sobre el mantel blanco del altar, la arteria perforada y su sangre que mana y cae el cáliz de oro. Lo rojo de la sangre está realzado por el rojo del altar. Alrededor los ángeles agitan el incensario, 8 están de rodillas, 4 sostienen el Arma Christi. De derecha a izquierda , el primero tiene la caña y la columna de la flagelación; el segundo el flagelo y , sobre un asta , una esponja empapada en vinagre ; el tercero la lanza y los clavos; el cuarto, la corona de espinas y la Cruz con la inscripción en hebreo, latín y griego: Jesús de Nazaret, Rey de los Judios. Ningun arma, ni herramienta, ni máquina es más eficaz que estos instrumentos . Son las joyas de una tecnología sin igual. Son instrumentos de la Salvación. [img3bcx] La fuente de la vida Centramos ahora nuestra atención sobre la raya oscura que divide la mitad inferior del Retablo abierto. Esta nos conduce al fin del Apocalipsis. Su último capitulo comienza con estas palabras: “Después el Ángel me mostró un río de agua de vida, claro como el cristal, que brotaba del trono de Dios y del Cordero” (Ap. 22, 1). Aqui el rio es una fuente .Esta fuente irriga toda la Jerusalen celeste. Es el principio ecologico de su flora transfigurada. Este mismo mensaje está escrito en el borde de mármol de la fuente: He aquí la fuente de agua viva que brota del trono de Dios y del Cordero. Este último nombre es revelador: esta fuente nace de una llaga. La fuente profunda es el Corazón de Cristo, Cordero inmolado, abierto por la lanza del soldado. También lo vio San Juan. Antes que en la ciudad celeste, el ángel le hace ver el río de vida en el Golgota; allí Juan vio brotar la sangue y el agua (Jn 19, 33-35). La Iglesia nace así del Costado de Cristo como Eva del costado de Adán. La sangre y el agua corresponden a los dos sacramentos principales que la generan. «Del costado de Cristo brota el agua que lava y la sangre que redime. Por esto la sangre se reporta al sacramento de la Eucaristia, y el agua al del Bautismo» (Santo Tomás de Aquino). La forma de la fuente es octagonal. Son numerosos los Baptisterios que tienen esta forma El número ocho recuerda las Bienaventuranzas (Mt. 5, 3-10): Felices los pobres...Felices los perseguidos… Nos recuerda que el peso de la gloria se dirige con preferencia a la Cruz. Y nos recuerda también que el peso de la Cruz desemboca en la gloria: en la Resurrección.La Resurrección de Cristo ocurre un Domingo, primer día de la semana. Pero este Domingo se puede entender como el día después del septimo día: este octavo día donde toda la Creación cruzará el muro del tiempo para entrar en el esplendor de lo Eterno. Podemos decir que la perspectiva de esta fuente octogonal comanda toda la composición del panel.Se amplía la forma octogonal con los ángeles alrededor del altar . La frescura brilla, parece una flor que se abre. Así como la paloma irradia con gran esplendor en la parte superior, la fuente irradia discretamente en la parte inferior. Hay un eje vertical que parte desde el cielo para llegar a la tierra, expresa la presencia de Dios mismo y la presencia de Dios en los sacramentos. Comienza con el Señor en majestad, continúa con la paloma del Espíritu, encuentra el candor del Cordero Eucarístico, termina con esta pila bautismal, al mismo tiempo clara y oscura. Todo parece abrirse y ser reabsorbido , esto conduce a los elementos materiales.. Al agua y al barro de los orígenes..el origen es el Génesis. Tierra y agua proporcionan lo material a la pintura. Estamos ahora en la fuente simbólica y real, al mismo tiempo, el arte y la vida. Y el artista nos invita a beber de esta fuente. El eje de la divinidad termina en un canal. Esta se quiere derramar sobre el altar, fuera del cuadro. También quiere bajar hacia el espectador, al punto de hacerlo actor para que escuche, finalmente, algunas de las últimas palabras del Apocalipsis: “El Espíritu y la Esposa dicen: "¡Ven!", y el que escucha debe decir: "¡Ven!" Que venga el que tiene sed, y el que quiera, que beba gratuitamente del agua de la vida” (Ap. 22, 17).
por un “eccomi” renovado
 
Releer la vida, mirar el pasado para discernir en todo esos signos de vida, de gracias, de luz, de misión vivida cotidianamente en la fidelidad humilde y alegre en el lugar donde hemos sido sembradas como Familia CM - Misioneras, Familiares y Amigos - es siempre vital y motivo de de estímulo para arraigarnos mejor en el presente y abrirnos al futuro. Releer la vida, hacer memoria de lo más significativo , fecundo y positivo, me hace brotar de lo más profundo alegría, gratitud, compromiso, renovado sentido de la vida, conciencia de que estamos guiadas por Dios fiel, paciente y misericordioso como nos recuerda la Biblia. Y en este terreno fecundo pueden nacer nuevas perspectivas para el futuro, capacidad de seguir viviendo la misión confiando en la perenne y siempre nueva acción del Espíritu del Resucitado Con este anhelo la Compañía Misionera del Sagrado Corazón, con ocasión de los 90 años de su fundador , p. Albino Elegante s.c.j. el 20 de marzo 2010 nos invitó a Bologna a participar en una jornada de fraternidad y amistad, y también para reflexionar sobre el aspecto fundante de nuestra espiritualidad:“La actualidad del “Eccomi”(Aquí estoy) de Jesús”. Una jornada intensa, marcada sobretodo por el acogimiento cálido y alegre que nos hizo inmediatamente sentirnos en familia. Si, es siempre hermoso encontrarnos entre nosotros y con los amigos de la CM que, desde hace decenios comparten la espiritualidad, la vida, los proyectos, las esperanzas, los logros. .. La charla de p. Maurizio Rossi s.c.j. fue iluminadora, estimulante para la reflexión, y sobretodo para la vida. Creo que para los hombres y mujeres de hoy que que corren el riesgo de ahogarse en el liquido post-moderno y digital, es muy urgente tratar de comprender como encarnar hoy la espiritualidad del Ecce Venio y entregarla a los hermanos , a fin de que puedan dar su respuesta personal al caracter problemático de la vida humana. Entrar y permanecer en la obra de Dios En efecto, como afirma Christof Theobald: “nuestra sociedad está marcada por una infinita diversidad de estilos de vida : ropa de moda , tipos de convivencia entre hombres y mujeres o maneras de romper con los lazos existentes, estilos de educación , canones estéticos. Comportamientos en el trabajo y tiempo libre, maneras de gestionar la memoria individual y colectiva y de proyectar un futuro siempre más abierto. En breve, el sentido o la dirección es legible en todo lo que constituye lo concreto de los itinerarios humanos” (Il cristianesimo come stile, p 372). Precisamente a partir de esta atención a la realidad de hoy y a la cultura que la domina, el relator subraya que “hacer la voluntad de Dios es aceptar y estar dispuestos a entrar y permanecer en la obra de Dios. Esto requiere una constante conversión al rostro de Dios-Padre que es amor. Todo es lugar de Dios, don de Dios y por lo tanto se mira en la luz de la Transfiguración. Reconocer esto es restituirme a la vida y dar vida. Donde quiera que exista el compromiso de acoger y mantener en pie la vida, allí está la voluntad de Dios. Esto significa ser creadores. Si, porque el mundo Dios lo conduce a través de los hombres y mujeres que se comprometen a hacerlo más humano, más lindo,más habitable. Dios quiere que nosotros, hombres y mujeres , seamos siempre y en todas partes creadores y que vivamos este ‘mandato’ en la fe”. Esa fe que a la luz del Evangelio nos lleva a creer “que no es la muerte de Cristo la que salva, sino el amor del Siervo del Señor, no el sufrimiento como tal, sino su compasión por nosotros, para ayudarnos a compartir el sufrimiento de quien sufre. Por tanto el sacrificio que Dios quiere de mi es la solidaridad,la compasión, el amor por los hermanos, vividos en los vinculos , atentos a no separar nunca lo religioso de lo humano.” Jesús es la encarnación de la voluntad divina, es también la revelación de una indecible capacidad de compasión, buen samaritano de todos , que nos acompaña en el duro viaje de la vida. Estímulos vitales que, la amplitud y la profundidad de la relación con Cristo, ciertamente podrán contribuir a iluminar y hacer más fecunda en belleza y compromiso nuestra vida cotidiana y misión . Con la frescura del fermento La Eucaristía marcó otro momento de alegre participación y de intensa comunión. La tarde fue dedicada a hacer memoria, partiendo de nuestras raices hasta llegar al hoy de la Compañía Misionera del Sagrado Corazón presente en Europa, Africa, America Latina e Indonesia. Fue muy positivo para todos recordar los inicios humildes y frescos de nuestra familia CM, la noche de Navidad de 1957. Fue muy importante la presencia de al menos dos de las Misioneras de la primera hora y sobretodo palpar su fidelidad alegre a este maravilloso carisma , que brota del Corazón Traspasado de Cristo, que ha alimentado, iluminado, guiado su misión en el mundo . Partiendo de los “inicios”, el hacer memoria atravesó los decenios de la historia CM hasta hoy. Se alternaron testimonios de Italia, Mozambique, Guinea Bissau, Indonesia…, todo nos ayudó a captar una autentica dimensión de encarnación del “Ecce venio” a servicio de los hermanos. El estilo que vimos en esta breve y estimulante excursión intercontinental fue el de arraigarse en la realidad con alegría, sencillez, en el acogimiento. Con ideales y compromiso ,como reza nuestro Reglamento de Vida: “para elevar y re-sanar la dignidad de la persona; poner en el trabajo cotidiano un significado más profundo; contribuir a hacer más humana la familia de los hombres, de las mujeres y su historia” (n.14). Fue muy vital ver en los distintos continentes jovenes interesados en hacer propria nuestra vocación CM, vivida a modo de fermento en la masa en medio del mundo, como Instituto secular con nuestro estilo propio. Estos signos de esperanza son para todos un estimulo para vivir de maner autentica, grata y alegre, la hermosa vocación que hemos recibido; a re-traducir en el hoy nuestra espiritualidad declinándola en la vivencia cotidiana; para “aprender a vivir como personas satisfechas, no obstante las muchas necesidades insatisfechas ”(D.Bonhoeffer). La jornada tuvo como motivo de fondo el encontrarnos como Familia Dehoniana para agradecer por los 90 años de nuestro querido Fundador p.Albino Elegante s.c.j. Expresamos nuestra gratitud al Dios Amor junto a él que siguió las partes de esta jornada con atención participativa, con alegría y satisfacción. P.Albino, lleno de años, pero lleno de vida mirando al futuro,en el momento de la despedida lanzó con fuerza la propuesta de organizar otras jornadas como ésta para un crecimiento en común y una consolidación de esos valores que dan savia, sentido y color a nuestra vida CM en el mundo actual. ¡Esperamos realizarlas!
indonesia
 
Missionárias vida em familia Responsavel: Marcellina M. Mudjijah (Mudji) Jl.kebun Sayur I No. 9 RT 008/015 Bidaracina 13330 Jakarta Tel.006221.8560163 Cell.0062818606344 / 006281574284840 [email]mudji-cm@telkom.net[/email][des]mudji-cm@telkom.net[/des] [email]mudji_cm@yahoo.com [/email][des]mudji_cm@yahoo.com [/des]
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